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fevereiro 27, 2018

EU CREIO NA IGREJA

EU CREIO NA IGREJA
MAT. 16:13-19

Pr Flavio da Cunha Guimarães

Em que igreja você crê?

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Acessado em: 27/02/2018

Se eu não cresse na Igreja de Jesus Cristo, o que estou fazendo numa? Mas eu creio na igreja, não como instrumento de salvação como algumas religiões e seitas ensinam, porque a igreja não salva. Em qual igreja eu creio? Na igreja Católica? Assembleia de Deus? Mundial? Internacional da Graça? Deus é amor? Universal do Reino de Deus? Presbiteriana? Batista e tantas outras? Não!

Eu creio na igreja de Cristo. Mas qual igreja de Cristo? Já que em Goiás, onde foi o meu primeiro ministério havia uma igreja que tinha o nome de igreja de Cristo. Não creio nessa também. Eu creio na igreja, não como instituição, rotulada e denominação. Eu creio na igreja dos salvos. Os que foram verdadeiramente lavados pelo o sangue de Jesus Cristo, Apoc. 7:14. Creio na igreja visível e invisível.

Eu creio na igreja, não movida de sensacionalismo, mas na igreja crística. Eu creio na igreja, não movida de emoção, mas movida de oração e ação. Eu creio na igreja que, não só prostra e encurva-se para orar e adorar, mas que protesta e denuncia de pé, contra toda forma de pecados, como de injustiça; da falta de ética na igreja, na justiça, na economia, na política, na mídia em geral e etc. Eu creio na igreja, não omissa, mas na igreja que assume o compromisso de mudar a sociedade pela pregação do Evangelho que é o poder de Deus para transformar a sociedade, ainda que totalmente decaída. Na igreja como era no tempo de Pedro, de Estevão, de Paulo, de Policarpo e João. “Tertuliano, [...] dizia, que o sangue dos mártires era o adubo para o crescimento da igreja. Quanto mais os crentes eram massacrados, mais eles cresciam em número”, Kitilucas. Disponível em: http://naturalmentecurioso.blogspot.com.br/, Acessado em: 03/02/2018.

Eu creio na igreja que mudou o mundo romano e que pode mudar o mundo presente.

Eu creio na igreja que não vende as bênçãos do Senhor, a salvação, o Reino de Deus e o perdão dos pecados, que agindo assim ela está praticando a indulgência evangélica que a igreja católica praticou na Idade Média. Eu creio na igreja que não troca as bênçãos de Deus por nada como a salvação e o Reino do Senhor Jesus, por templo cheio, por status, por fama pessoais e por vaidade de seus líderes! Eu creio na igreja que ensina os seus fiéis que para desfrutarem das bênçãos, da salvação, do perdão do Senhor de seus pecados e estarem dentro do Reino de Deus, precisam passar pelo arrependimento, Luc. 13:1-3. Passarem pela conversão, mudança de vida, regeneração e vida de santidade, Heb. 12:14. Eu creio na igreja, não que ameaça, mas na que leva a graça, não a graça barata, a qual Dietrich Bonhoeffer, 1980, p. 9-11 refere-se, mas na graça abundante, preciosa e salvadora em nosso Senhor Jesus Cristo. Ele é a graça manifestada em sua plenitude.

Eu creio na igreja, não que os homens querem, mas na igreja que o Filho do Homem quer. A igreja sem politicagem, sem ostentação de poder, sem disputa de posição e riquezas. Creio na igreja, não do tipo médico, hospital ou pronto socorro em que os homens vão a ela quando dela precisam, quando estão doentes ou muito mal. Como a igreja trata a doença espiritual e as pessoas não admitem que estão enfermas nesse sentido, logo não veem necessidade de ir à igreja. Mas pensar na igreja desse modo, é não pensar naquilo que você não sabe. E o que você não sabe, é que a igreja do tipo médico, hospital e pronto socorro, ela não existe, e se existisse, ela fecharia as portas logo, logo. Quando você precisasse dela, ela não estaria à sua disposição. A igreja existe porque há pessoas que pensam diferente de você. O que você não sabe é que somos doentes da alma, do espírito e espiritualmente; logo, precisamos de tratamento todos os dias. Somos doentes de uma doença grave e mortal, que se chama pecado. Rom. 6:23 diz o que? Que o salário do pecado é a morte. Então ele mata! Você morrerá! E para a doença do pecado só há tratamento dentro da igreja e um só medicamento. Tem doenças que há necessidade de tratamento por toda à vida, como Aids e diabetes. A doença grave precisa de internação e de medicamentos todos os dias. O tratamento é contínuo e em casa. A doença do pecado é grave porque mata; logo necessitamos de medicamento todos os dias e continuado por toda a vida. O médico para esse tratamento é o Senhor Jesus, o médico dos médicos. O hospital é a igreja. A receita é a Palavra. Logo, é preciso lê-la, meditar nela e orar.

Eu Creio na igreja, não do tipo banco ou poupança. Esta é a igreja que as pessoas creem. A igreja que as pessoas vão a hora que quer, no dia que querem para sacar as bênçãos. Mas como sacar se não tem depositado? Eu creio na igreja, não que ilude as pessoas a irem só para sacarem as bênçãos de Deus, essa igreja não existe. É enganação! Como vai sacar as bênçãos na igreja se não depositou? O maior depósito que podemos fazer, são as nossas vidas rendidas no altar do Senhor. Quem não fez isso não tem o que sacar. Eu creio na igreja, não nas que pregam que as pessoas entram pobres, miseráveis e quebradas na igreja, pouco tempo depois estão ricas, prósperos e cheias de grana. Essa igreja não existe. É enganação! Eu creio na igreja que ensina que o maior tesouro que temos é o Evangelho do Senhor Jesus que ela prega, a salvação, a vida eterna que ela anuncia e o Reino de Deus como o tesouro valioso que a igreja está inserida e anuncia, o tesouro que não se compra, mas se recebe e conquista-se; e o maior tesouro é o nosso Senhor Jesus em nossas vidas.

Eu creio na igreja, que seu ensino é transparente, ela deixa claro que as bênçãos materiais e a prosperidade vêm após a conversão, a salvação e um tempo de vida com Deus. As bênçãos de Cristo e a prosperidade, não vêm como milagres, como algumas igrejas apresentam, mas como resultado de crentes mordomos fiéis, bons administradores de tudo o que o Senhor lhes dá. Que não gastam além do que recebem. Não gastam com coisas desnecessárias, banais e supérfluas. Que sabem preservar o que recebem do Senhor como bênção. Que não destroem o que adquirem. E que não correm atrás de modismos e a comprar tudo o que é novidade.

Eu Creio na igreja que neste caso, ela entende que precisa instruir os seus membros e fiéis. Eu creio na igreja que não é alienada, que vive no mundo real como se estivesse no mundo celestial. Como se nenhum mal fosse lhe atingir. Pessoas desinformadas (não é bolo fora da forma), mas pessoas que espiritualizam tudo de ruim, de mal e as tragédias que acontecem como sendo assim mesmo e que isso é a vontade de Deus. Nem sempre o mal e o sofrimento são da vontade de Deus, mas dos homens; e Deus apenas permite acontecer, já que queremos e buscamos, e o Senhor tem propósitos usando o mal e o sofrimento para nos corrigir. Eu sei que o Senhor pode e tem poder para mudar o que é até impossível aos homens, mas Ele quer mudar sempre? É de sua vontade mudar? Nem sempre! É melhor sabermos que Ele pode, mas nem sempre Ele quer mudar; do que querer que Ele mude e Ele não mudar, e aí decepcionar-me quando descobrir que Ele não quis mudar. O sofrimento e a decepção serão menores. Eu creio na igreja, não internauta em que se contenta com as mensagens e estudos bíblicos que são três linhas falando de vitórias e de bênçãos. As bênçãos e vitórias existem? Sim! Mas a igreja não consiste só disso! Esta igreja é uma igreja desnutrida, raquítica, minguada porque é sem conhecimento do que o Senhor quer da igreja e a essência do Evangelho. Misericórdia quero e não sacrifício, Mat. 9:13 e Mat. 12:7. A igreja que atrai as pessoas pelas bênçãos materiais e prosperidade, ela quer forçar a barra para com o Senhor e impor a sua vontade sobre a vontade de Deus. Neste caso os papeis estão invertidos!

Eu creio na igreja antenada e conectada na internet, sim, para fazer a leitura e a interpretação do mundo real em que ela está inserida, e ser agente de transformação. Uma igreja que não está antenada com o que se passa no mundo político, econômico, judicial, moral e social, que não tem uma mente crítica a tudo que sente, lê e vê, ela não é e não será relevante para a sociedade. Mas a igreja foi criada para ser relevante nessa sociedade corrompida, podre e que cheira mal. A igreja alienada a tudo e a todos, se ela desaparecer ou for engolida por um terremoto, a sociedade não sentirá falta dela, visto que ela não é presente na sociedade. Se a sua, a minha e a nossa igreja desaparecesse, a sociedade sentiria falta dela? Se não sentir falta é porque ela não é relevante para a mesma! Isso tem nos feito pensar sobre a igreja e seu papel na sociedade. O que faz com que a sociedade sinta falta da igreja é ele ser relevante? São os seus membros atuantes e vivendo os ensinamentos que o Senhor deixou em seu Evangelho.

Eu creio na igreja, não que forma fiéis deformados, desinformados, angustiados, frustrados e decepcionados quando caem na real. Jesus Cristo não enganou a ninguém; pelo contrário, Ele foi muito claro em Mat. 10:39: “Quem achar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida, por amor de mim, achá-la-á”. Em Mat. 16:24: “Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me”. E Mat. 20:22-23: “Jesus, porém, respondendo, disse: Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu hei de beber, e ser batizados com o batismo com que eu sou batizado? Dizem-lhe eles: Podemos. E diz-lhes ele: Na verdade bebereis o meu cálice e sereis batizados com o batismo com que eu sou batizado, mas o assentar-se à minha direita ou à minha esquerda não me pertence dá-lo, mas é para aqueles para quem meu Pai o tem preparado”. Os filhos de Zebedeu: Tiago foi morto por Herodes, Atos 12:1. João, seu irmão, segundo a tradição cristã, foi lançado vivo num tacho de óleo fervente, mas nada sofreu, porque o Senhor o livrou como fez com os três jovens na Babilônia, lançados na fornalha de fogo ardente. Pedro foi crucificado de cabeça para baixo segundo a tradição. E nós queremos só bênçãos, isentos de qualquer provação e sofrimento! Isso é sonhar e espiritualizar demais!

Eu creio na igreja que não se deixa levar pelo o que a sociedade pensa e diz sobre o Senhor Jesus, Mat. 16:13-16, mas na igreja que pensa de maneira correta sobre o seu cabeça, o Senhor Jesus. As perguntas feitas por Cristo foram propositais: “O que dizem os homens ser o Filho do Homem?” As respostas foram diversas. Para a sociedade dos dias de Jesus vivendo aqui, neste mundo em carne, foram que era João, o Batista; Elias; Jeremias ou algum outro profeta. Percebe-se que não havia consenso. Havia uma confusão entre o povão. Por ventura não é o que há em nossos dias na sociedade? Confusão de teologias. De ideologias. De conceitos. De estilos. De comportamentos. E de modismos. Confusão nas igrejas: O falar em línguas. Igrejas poderosas. Homens poderosos em dons espirituais, em visões, em revelações, que curam e que transmitem o Espírito Santo, será? Quem transmite o Espírito é o Senhor Jesus e não homens, João 14:16-17! O Brasil religiosamente é uma torre de Babel com os seus templos e lugares supostamente poderosos. Igreja ensinando de maneira confusa, salvação pela caridade e sacramentos. Salvação pela reencarnação. Salvação pela igreja. Salvação pelo esforço e méritos próprios. Ensinando como enriquecer e não a salvação como a mensagem central do Evangelho do Senhor. E a salvação pela graça onde está e fica? Ensinando que Jesus não é Deus. O Inferno não existe e se existe é aqui mesmo. Pecado é questão psicológica. Ninguém pode ter certeza da salvação. Morreu acabou porque o espírito evapora como a fumaça. O Diabo é lendário. Igreja que ensina que a solução para os nossos problemas, nós o temos e só adoecem se quiser, pois basta pensar de maneira positiva e otimista. Temos solução mesmo? Se o ser humano tivesse solução para o principal problema da humanidade, fome, pestes, violência, guerra e injustiça, que tudo isso tem uma só origem, o pecado, porque o mundo está desse jeito? Porque que diante de tantos séculos ainda não encontrou a solução? Todas as soluções que os governos das nações e a ONU já implementaram, nada se resolveu! Que confusão! Se temos a solução para os nossos problemas, porque até hoje não encontramos a solução em milhares de anos de nossa existência? Para a violência? Para a fome? Para as doenças incuráveis? E para a morte? Porque quanto mais se avança no conhecimento e nas descobertas, mas aparecem problemas insolucionáveis?

Eu creio na igreja que tem a mesma convicção dos Apóstolos, Mat. 16:16. A resposta deles foi: “E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Cristo é o ungido, o messias e o prometido de Deus Pai. Filho do Deus que vive. Só era possível a resposta dada pelos discípulos mediante uma grande convicção e por ter convivido com Ele. Para muitos, ainda hoje, Jesus Cristo continua um mistério. Não passa de profeta. Um homem bom, exemplar e sábio. Santo. Milagreiro. Só abençoador. Um homem qualquer. Um Deus menor. Se não é, mas tratam-no como se fosse. Poucos o veem e tratam-no como o único salvador de suas vidas. Se o leitor interessa saber sobre Jesus como o Único Salvador acesse o post aqui

Eu creio na igreja que está edificada sobre a pedra, que é o Senhor Jesus, nos princípios, ensinamentos da Palavra e que vive espiritualmente de maneira tal que o inferno não prevalece contra ela. Creio na igreja que ama o pecador perdido e sem salvação, de tal maneira, que trabalha e esforça-se de todas as formas para ligares as pessoas ao céu através de Jesus Cristo, independente de raça, cor, condição social, convicções, sexo e idade, (Ezequiel 18:32, Ezequiel 33:11). Eu creio na igreja que não tem prazer na morte de pessoas sem salvação. Ela quer cumprir o “IDE” de Jesus Cristo, porque ela ama os pecadores e não quer que ninguém se perca.

Essa é a igreja que eu creio.

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fevereiro 16, 2018

A FORÇA DO AMOR UNINDO VIDAS OPOSTAS

A FORÇA DO AMOR UNINDO VIDAS OPOSTAS


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Acessado em: 16/02/2018

Estava assistindo um filme, parte dele: “Mundos Opostos” alguns dias atrás. Este filme fez-me pensar em que tipo de amor temos nutrido pelas pessoas amadas, ainda que o filme seja uma ficção, mas com certeza o enredo e a sua história faz a gente parar para pensar e refletir o enredo e a história de nossas vidas amorosas, casamentos e em famílias. Se o nosso amor não for capaz de unir vidas opostas, de ser uma força irresistível, ele não é capaz de unir vidas opostas. Se queremos e desejamos realmente ser felizes, precisamos de um amor muito forte em nós, capaz de atrair a pessoa amada ou amado.

O filme conta a história de amor e o romance de dois jovens que viviam em mundos opostos, em que o amarem-se, e encontrarem-se, o relacionarem-se e construírem uma família juntos era praticamente impossível. Porquê? Porque o jovem vivia em um mundo inferior e de pobreza. A jovem vivia em um mundo superior, de riquezas, de luxúria e explorador do mundo pobre. Eles portanto, eram de classes sociais desiguais, o que socialmente não eram recomendados um para o outro, é bem verdade que isso é pensamento de pessoas que põem coisas materiais acima do amor que é imaterial. Além disso, havia outras barreiras para interferirem no amor dos dois: O governo daqueles dois mundos ou planetas opostos, baixara normas, regras e proibição em que as pessoas de mundo ou planeta, não podiam se comunicar ou ter contatos e relacionamentos entre si. Mas havia também outro desafio a aquele amor quase impossível: A força gravitacional entre os dois mundos ou planetas.

Os contatos e a comunicação entre os mundos opostos só eram possíveis através da empresa TransWorld que funcionava no prédio de mesmo nome e foi através do qual que os adolescentes desobedecendo as leis, as regras e as convenções sociais, apaixonaram-se, se conheceram e apaixonaram-se um pelo o outro. Nesse entrevero, houve um acidente quase fatal, em que a jovem é dado como morta pelo amado. Ele é perseguido pela polícia de fronteira, foram separados por causa desse acidente e ficaram dez anos sem notícia um do outro e ele pensava que sua amada havia morrido no acidente, ficando assim abalado, triste e sem esperança.

Mas eis que um dia a sorte está do lado do jovem. Ele vê a sua amada na TV e descobre que ela está viva e que trabalhava na empresa que era mercenário explorando os pobres. Ele fez de tudo para trabalhar naquela empresa e conseguiu. Foi trabalhar na empresa que a sua amada trabalhava, só para reencontrá-la e reviverem o amor que fora interrompido pela tragédia.

Daí que começamos a pensar o que podemos aprender de do que houve de negativa desse amor de ficção para o nosso amor real? Aprendemos que...

1 – Em nome do amor, as pessoas em geral, adolescentes, jovens e até mesmo adultos, não levam muito em consideração as condições sociais, as diferenças raciais, culturais, religiosas, escolares, caráter e comportamentais das pessoas as quais vão se envolverem amorosamente. Namoram e casam ou vão morar juntos, achando que os sonhos a dois se concretizarão por si mesmos, que só haverá paz, harmonia e só felicidade plena! E aí se ferram!

2 – Aprendemos que em nome do amor, desobedecemos normas, regras, convenções, orientações, conselhos de pais, avós, tios, amigos, líderes religiosos, avisos do coração que indicam que aquela pessoa não é a ideal para ela e que aquele relacionamento não dará certo, e em muitos casos não dá mesmo, mas insistimos no amor e no relacionamento em que só o tempo diz que o coração estava certo!

3 – Aprendemos que em nome do amor, as pessoas desafiam o que é mais obvio e racional, não levando em consideração o preço a ser pago, a dor, o sofrimento, a tristeza, o atrapalho a vida e a realização de sonhos e as renuncias que muitas vezes é preciso fazer para viver um amor intenso.

4 –Aprendemos ainda que os acidentes no amor são inevitáveis. Mas não podemos deixar que os acidentes apaguem o amor verdadeiro e genuíno.

5 – Aprendemos por último que o amor impensado, não calculado os riscos, não racional e irresponsável, torna-se em tudo o que não foi planejado, não prevíamos e não queríamos para as nossas vidas e nem para os nossos entes queridos.

Daí que o amor que era para ser sonhos lindos, realizações grandiosas, ser vivido intensamente e felicidade plena, torna-se em pesadelo, em fracassos, em frustrações, em revolta, em ódio, em feridas incuráveis, em casos de mortes e em tragédia, às vezes. Porque? Porque faltou um o amor racional e sobrou o amor teimoso e irracional.

No amor ficção do filme, havia tudo para não amarem, não vingar o amor das personagens: Condições sociais desiguais, gravidade, distantes em planetas diferentes, proibições, tragédia e dez anos sem notícias um do outro. Mas nada disso foi suficiente para apagar aquele amor intenso, apaixonante e verdadeiro.

Trazendo esse amor da ficção para a vida real: O que podemos aprender de maneira positiva desse amor fictício? Aprendemos que...

1 – O amor verdadeiro tem uma força poderosa para unir mundos opostos, culturas opostas, condições sociais opostas, vidas opostas. O amor verdadeiro tem o poder para vencer quaisquer barreiras. Se nós não temos vencido as barreiras é porque o nosso amor não é tão grande, verdadeiro, sacrificial e especial.

2 – Quando há o amor verdadeiro e é correspondido, nada separa as pessoas amadas. Nem a gravidade, a pobreza, a riqueza; nem a desigualdade social, a idade, acidentes, os anos distantes, a distância geográfica, as convenções sociais, proibições e as tragédias que abatem sobre o amor. Nada, mas nada mesmo é capaz de destruir o amor! I Cor. 13:8ª.

3 – Aprendemos que quando o amor é intenso e verdadeiro, ele torna-se mágico, um ímã, inseparável e atraente.

Voltando a ficção, as pessoas amadas ali, ainda tiveram tempo de recuperar o amor e a pessoa amada, o que nem sempre acontece na vida real. O que nos deve fazer pensar se eu, você e nós teremos tempo de reconquistarmos o amor interrompido e a pessoa amada que está por alguma razão machucada, ferida e desolada?

Se é que posso dar um conselho, darei o seguinte: Não espere tudo de bom que foi construído pelo amor, ser destruído por imaturidade, atitudes impensadas e criancice acabarem com o amor que tinha tudo para ser lindo, maravilhoso e dar certo, para depois ajuntar os casos que sobraram e querer reconstruir o que não é mais reconstrutivo. Ainda é tempo de pedir perdão, dizer a pessoa amada que está arrependido(a) e recomeçar o que foi interrompido por causa da ignorância, do orgulho e cabeça dura.


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Acessado em em: 27/02/2018

Se isso está acontecendo com você, decide logo e agora, a reconstruir o seu amor antes que seja tarde demais! Vá correndo! Não importa o que abateu sobre você e seu amor, que tipo de tragédia aconteceu, o mais importante é reconhecer que precisa reconstruir, recuperar e viver intensamente esse amor lindo, construtivo e maravilhoso que há dentro de você. Vai lá e diga o quanto a ama o ama, a não ser que a pessoa amada já está casada; neste caso não é aconselhável procurar só para consertar um erro seu, um amor não assumido!

setembro 22, 2016

O AMOR DE MÃE SÓ É COMPARÁVEL COM O AMOR DE DEUS.

O AMOR DE MÃE SÓ É COMPARÁVEL COM O AMOR DE DEU

A mãe é tão importante na vida dos filhos que o Próprio Deus faz recomendações aos filhos e estarem atentos para os ensinamentos das mães, como vemos em (Prov. 1:8) que diz: "Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe”. Ensinamentos estes que vão desde evitar atitudes que trarão muita dor, muito sofrimento e muita infelicidade; bem como dando conselhos quanto às decisões certas na vida que farão de seus filhos pessoas do bem, bem realizadas em todos os sentidos e felizes, até o exemplo como viver de maneira correta diante de uma sociedade corrompida, deteriorada que corrompe os bons costumes. Ter uma mãe que ama, que ensina, que se doa em prol dos filhos é ter uma mãe dada por Deus; é dom de Deus; é um Dom de Deus.

Quando Deus quis que o ser humano entendesse o quanto o seu amor é grande por nós, Ele comparou o seu amor com o amor de uma mãe. É o que encontramos em (Is. 49:15) dizendo: "Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti". Este texto fala para mim duas coisas principais: (1) - Da grandeza do amor de uma mãe, que está em menor grau somente diante do amor de Deus por nós que deu o Seu Filho Unigênito para morrer em nosso lugar (Jo. 3:16); (2) - A nobreza deste amor. Amor generoso e pureza de coração. Nobreza está relacionada com generosidade. Elevação moral. Pessoa nobre. É o amor sem esperar recompensa, nada em troca. A mãe que ama se doa aos filhos simplesmente porque ama.

Todas as mães deveriam ser amadas pelos filhos com grato reconhecimento pelo o que elas representam para eles; todavia o que vemos são muitos filhos que além de não amarem as suas mães, são ingratos, insensíveis, exploradores, geradores de tristezas, até violentos para com suas mães, causando uma tristeza profunda que, às vezes, é guardada no profundo do coração que os filhos nem percebem. Que fazem as mães chorarem nas caladas da noite quando os filhos dormem ou estão pelas ruas das Cidades correndo perigo. O que Deus já previu em (Prov. 15:20) quando diz: "O filho sábio alegra seu pai, mas o homem insensato despreza a sua mãe". Mas uma coisa não podemos negar, seja de que credo for, as mães ficam em casa intercedendo a Deus pelos seus filhos pedindo a proteção para eles. Não perdem a esperança de ver os filhos bem sucedidos, bem encaminhados, tratando suas mães com dignidade, com respeito e com amor.

Você que é filho, não seja insensato, não despreze a sua mãe; demonstre amor para com ela. Seja carinhoso(a) para com sua mãe. Ao invés de entristecer, alegre o coração de sua mãe. Filhos prestem a atenção, ame a sua mãe todos os dias. A prova maior de nosso amor para com nossas mães, até mesmo para com Deus é a nossa obediência aos seus ensinamentos, aos seus conselhos e as suas recomendações. Seja obediente.

Pr Flávio da Cunha Guimarães

setembro 25, 2015

COMO É BOM VIVERMOS EM FAMÍLIA!

COMO É BOM VIVERMOS EM FAMÍLIA!

Como é bom viver em família! Em paz! Em harmonia! Em concórdia! E felizes! As primeiras manifestações de amor, e, o primeiro amor em si, começam em família. Como estamos precisando de famílias estabilizadas, ajustadas e amorosos! Entretanto, nos dias atuais, nem sempre isso é possível, porque há muitos fatores tirando a paz, a harmonia, a concórdia, a felicidade e o amor dos familiares, tais como: o egoísmo, o individualismo exacerbado, o orgulho, os ressentimentos, as mágoas, o ódio diante das frustrações vividas na infância, por causa de pais irresponsáveis envolvidos em vícios que não só destroem as próprias vidas, bem como dos familiares também. Vícios esses, como a bebida alcoólica, que se tornou tão natural com a ideia de que é social. As drogas ilícitas como a maconha, o craque, a cocaína e tantas outras, que tem detonado as famílias e as vidas.

            Foi pensando nesses fatores, que perturbam as famílias, que promovemos no domingo, dia 13/09/2015, uma programação especial, toda voltada para as famílias, na Congregação Batista. Apesar de não estar aqui, mas é de nosso conhecimento que a programação foi uma bênção. Desde já, queremos agradecer a todos que estiveram presentes, aos irmãos que trabalharam para que a programação acontecesse, os que convidaram as pessoas; e, a irmã Marli Novaes que foi a oradora no evento. O nosso desejo é que o Senhor tenha abençoado a todos os presentes e recompense a todos que se empenharam. O Senhor Deus está buscando, com ternura, pessoas como você, para viverem em ternura em família. É pensando na importância das famílias, em viver com ternura para com as famílias, que continuaremos orando para que sejam livres da avalanche de imoralidade que atinge a nossa sociedade aprovados pelas autoridades que tem constituído em abominação para o nosso Bondoso Deus. 

 Pr Flávio da Cunha Guimarães

maio 09, 2015

UMA MÃE DE CAUSAR INVEJA

        Em (Êx. 2:2-3,10) diz assim: “E a mulher concebeu e deu à luz um filho; e, vendo que ele era formoso, escondeu-o três meses. Não podendo, porém, mais escondê-lo, tomou uma arca de juncos, e a revestiu com barro e betume; e, pondo nela o menino, a pôs nos juncos à margem do rio [...] E, quando o menino já era grande, ela o trouxe à filha de Faraó, a qual o adotou; e chamou-lhe Moisés, e disse: Porque das águas o tenho tirado”.

        A história da vida de Moisés todos nós já conhecemos, por isso não entraremos em detalhes aqui. Pois quero tratar do tema: UMA MÃE DE DAR INVEJA.


        Uma mãe de dar inveja, há de ter, há de nutrir algumas qualidades especiais em seu caráter, principalmente diante das adversidades da vida; diante de sua fé para com o Senhor Deus.

        Quem é essa mãe? Estou falando de Joquebede, a mãe de Moisés, que poderia ser, você mãe, que está a nos ouvir nesta manhã, através da Rádio Cidade.


         EM PRIMEIRO LUGAR: Uma mãe de dar inveja, é uma mãe precavida, que se antecipa antes que uma tragédia aconteça em sua família.
        Joquebede escondeu o seu filho por três meses. Quando não podia mais escondê-lo, tratou de providenciar um meio que ele pudesse ser salvo.
        Como seria bom, se todas as mães fossem como Joquebede! Antecipando diante das adversidades, dos perigos que a vida nos oferece, para proteger os seus filhos amados do que é pior ou até da morte.

        Joquebede era uma mãe cuidadosa para com os filhos.
        Além de esconder o filho por três meses, ela tomou uma arca, betumou-a, impermeabilizou-a para que o filho não morresse afogado e o colocou no Rio Nilo, história que já conhecemos.

        Há de se destacar aqui a palavra Arca, tanto em (Gênesis do capítulo 6-9), bem como em (Êx. 2:2-5), a Arca assume o papel do salvação do afogamento.
        Em gênesis, a salvação da raça humana. Em Êxodo, o texto lido acima, a salvação do povo escolhido de Deus.
        Joquebede, tem participação, portanto, no processo que o Sr Deus tem de salvar o seu povo da morte. Daí o nosso tema: Uma Mãe de dar Inveja. Ela se deixou ser usada pelo o Senhor.
        Quantas mães que poderiam se deixar ser usadas pelo o Senhor, mas preferem se deixar ser usadas pelo o inimigo de nossas vidas! Que não seja o seu caso!

        EM SEGUNDO LUGAR: Uma mãe de dar inveja é aquela mãe que crê na providencia de Deus em salvar o filho querido, como de fato, ele foi salvo. Não morreu afogado. Não foi comido por crocodilos do Rio Nilo. Nem morto pelo decreto de Faraó. Mas salvo pela filha de Faraó.
        Deus é tremando em suas ações. Por isso que (Is. 43:13) “parte c” diz: “Agindo eu quem impedirá?”
        Ele age como quer, quando quer, por meio que Ele quer, através de quem Ele quer!
        Queremos desafiar, você mamãe, a confiar nas providências divinas nos momentos difíceis de sua vida, de sua família, de seus filhos, deixando o Senhor Deus agir, para que você seja vitoriosa como mãe. Amém!


        EM TERCEIRO LUGAR: Uma mãe de dar inveja, é uma mãe amorosa para com os filhos.
        Joquebede criou o próprio filho, todavia sabendo que o criava para a filha de Faraó, a princesa. Nem por isso deixou de amá-lo.
        Uma mãe que ama o filho, mas que sabe dividir o filho amado com a princesa, para que o mesmo permanecesse com vida para ambas.
        Que você mamãe, que nos ouve, possa saber dividir o seu filho, a sua filha, com o genro ou com a nora, sem ciúmes que tem prejudicado tantos relacionamentos conjugais.
        Que saiba entregar o seu filho, a sua filha para o Senhor Jesus Cristo, para que seja abençoado(a), como Moisés o foi uma benção para o seu povo.

        Para terminar:
        Que possamos aprender algumas lições com a mãe Joquebede.
        Mães cuidadosas, zelosas e amorosas para com os filhos, que fazem de tudo para que os filhos vivam diante dos perigos, que para Moisés, era o extermínio da vida; que hoje são as mais variadas formas de vícios, de violência e a destruição da família.
        Mães que creem no poder sobrenatural de Deus, que é capaz de preservar com vida nossos filhos amados; que o Senhor Deus tem planos maravilhosos para eles. Podemos dizer amem! Assim seja! Faça este propósito para a sua vida.

        Pr Flávio da Cunha Guimarães

        Bibliografia

OLIVEIRA, Marcelo Ribeiro de. Bíblia Sagrada Versão Digital 6.7 Freewere. 2014. Disponível em: < http://www.baixaki.com.br/download/a-biblia-sagrada-versao-digital.htm>. Acesso em: 15 dez. 2014.

HARRIS, R. Laird; Gleason L. Archer Junior e Bruce K. Waltke. Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. Tradução de Márcio Loureiro Redondo; Luiz A. T. Sayão e Carlos Osvaldo C. Pinto. 2008, Ed. Vida Nova, São Paulo, 1789 p.

março 16, 2015

A ESSÊNCIA DO AMOR VERDADEIRO

A ESSÊNCIA DO AMOR VERDADEIRO

        Em (Rom. 12:9-10) lemos: “O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros”.

        A essência do amor verdadeiro não está nas palavras, mas em nossas ações e atitudes, o que a imagem acima ilustra muito bem. As pessoas não precisam só de palavras nossas, mas principalmente de nosso agir em prol delas para que elas vejam em nós a demonstração do amor verdadeiro. Foi o que o Senhor Jesus Cristo fez. Ele não só falou de amor, ensinou sobre o amor, mas demonstrou através de ações o que é amor na prática. Ele é a essência do amor. De igual modo Ele quer que amemos não de palavras, mas na prática e este é o desafio que queremos propor para nós nestas poucas linhas.

        Dizer que amamos alguém é fácil! O difícil é demonstrarmos este amor na vida prática, através de atitudes e atos, principalmente para aqueles que demonstram hostis a nós. Jesus Cristo, o Deus Homem; João e Paulo, os apóstolos, foram os que mais falaram sobre o amor nos textos sagrados, a Bíblia. Eles não só falaram sobre o amor, mas viveram a essência do amor. Jesus Cristo morreu por nós, em nosso lugar como prova de seu amor por nós, o que lemos em (Rom. 5:8) “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores”.

        O Apóstolo Paulo foi perseguido, apanhou, sofreu, como lemos em (II Cor. 11:23c-25) “[...] em prisões, muito mais; em perigo de morte, muitas vezes. Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites menos um. Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo”. Foi preso, condenado a morte pelo amor a Jesus Cristo e aos pecadores sem salvação, como lemos em (II Tim. 4:6) “Porque eu já estou sendo oferecido por aspersão de sacrifício, e o tempo da minha partida está próximo”. O que aconteceu com o Apóstolo João também, em que foi perseguido, preso, exilado na Ilha de Patmo e sofreu por causa de seu amor a Jesus Cristo, o que lemos em (Ap. 1:9) que diz: “Eu, João, que também sou vosso irmão, e companheiro na aflição, e no reino, e paciência de Jesus Cristo, estava na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus, e pelo testemunho de Jesus Cristo”.

        Os três: Jesus Cristo, Paulo e João tinham duas coisas em comum: 1º – O amor em sua essência; 2º – Sofreram por causa deste tão grande amor, por Jesus, pelo Evangelho e pelos perdidos sem salvação.

        O que o Apóstolo Paulo fala de amor no texto de (Rom. 12:9-10) ele está falando do que vivenciou, da essência desse amor. Ele experimentou os dois lados do amor. Aqueles que o amavam verdadeiramente, e aqueles que diziam que amavam, mas na prática eram inimigos, não só do Apóstolo Paulo, mas do Próprio Reino do Senhor Jesus Cristo, inimigos do Próprio Senhor Jesus.

        Portanto, ele tinha autoridade para dizer, no (V.9) que, quando há amor verdadeiro, em sua essência, não há lugar para fingimento nem hipocrisia. Fingimento e hipocrisia são palavras sinônimas, em que hipocrisia significa também, querer demonstrar uma virtude, um sentimento louvável que não se tem. É ser impostor, falso e falsa devoção. O que geralmente é acompanhado de mentiras.

        O seguidor de Jesus Cristo não pode ter esse comportamento. Se existe fingimento e hipocrisia é porque ainda não entendeu a essência do Evangelho que é o amor. Quando há amor verdadeiro, em sua essência, não há lugar para a prática do mal contra o próximo; odiar o seu semelhante; aborrecer outras pessoas; desprezar os outros com sentimento de repulsa que leva a separação. O texto fala de aborrecer o mal, quer dizer: Rejeitar a ideia de praticar o mal contra alguém. O mal precisa ser detestado pelo cristão que ama verdadeiramente.

        Todavia, não basta rejeitar o praticar o mal, é preciso apegar o bem. Fazer o bem sem olhar a quem. Apegar ao bem é o mesmo que colar, cimentar, concretar, unir, juntar-se firmemente ao bem.

        Percebemos que o Apóstolo Paulo pensava de maneira contrária a prática do mal. Qual vamos escolher? A decisão é nossa. Queremos convidar você a praticar somente o bem. Isso só é possível quando estamos em Deus e Deus está em nós. Para isso é preciso que você aceite a Cristo como o Seu salvador, enquanto aqui vive, pois no momento em que morremos, selamos o nosso destino e não há mais o que fazer.


        Pr Flávio da Cunha Guimarães

        Bibliografia:

1 - BOYER, Orlando S. Pequena Enciclopédia Bíblica. 7ª Ed. Editora Vida, Miami Flórida USA, 665 p.

2 - OLIVEIRA, Marcelo Ribeiro de. Bíblia Sagrada Versão Digital 6.7 Freewere. 2014. Disponível em: < http://www.baixaki.com.br/download/a-biblia-sagrada-versao-digital.htm>. Acesso em: 15 dez. 2014.

3 - RIENECKER, Fritz e Cleon Rogers. Cheve Linguistica do Novo Testamento Grego. Trad. De Gordon Chown e Júlio Paulo T. Zabatiero. 1985, Ed. Sociedade Religiosa Edições Vida Nova, São Paulo, 639 p.

outubro 30, 2014

CRISTO MORA AQUI?

CRISTO MORA AQUI?


        Para se pensar e refletir:
        
        Certo pastor, recém-empossado em uma igreja no interior, foi visitar a família de um de seus membros.
        Ele fez a seguinte pergunta para a irmã daquele lar visitado: "Cristo mora aqui?"
        A tardezinha, quando o marido chegou do campo, sua esposa contou-lhe o ocorrido com a visita do pastor.
        O esposo perguntou:
        - "Que disse ele?"
        A esposa respondeu dizendo:
        - "Perguntou se Cristo mora aqui, mas eu não soube responder-lhe".
        O esposo ficou um pouco corado, no entanto perguntou para a esposa:
        - "Porque não lhe disse que somos gente respeitável?"
        A esposa de maneira enfática disse:
        - "Eu poderia falar assim, mas não foi isso que ele perguntou?"
        O esposo insistiu:
        - "Por que então, você não lhe disse que lemos a Bíblia e oramos sempre?"
        A esposa mais uma vez retrucou dizendo:
        - "Mas também não foi isso que ele perguntou!"
        O esposo, visivelmente envergonhado insistiu:
        - "Você podia ter-lhe dito que somos assíduos nos trabalhos da Igreja".
        A esposa já constrangida, começou a chorar e afirmou:
        - "Mas ele não perguntou nada disso, perguntou apenas se Cristo mora nesta casa!"
        Por vários dias os dois ponderaram sobre o significado daquela pergunta enfática do pastor.
        Pouco a pouco as vidas do casal foram mudando, de uma forma inesperada, para o casal, através do amor e da força de vontade, marido e mulher conheceram o verdadeiro significado da presença de Cristo em seu lar.
        A partir de então, Jesus Cristo passou a viver naquele lar verdadeiramente.
        (Extraído de: A. D. duzentas Ilustrações).
        Verdadeiramente podemos dizer que Jesus Cristo mora em nosso lar.
        Enquanto refletimos sobre a aplicação moral desta ilustração e tiramos as nossas conclusões, se Jesus Cristo mora em nossos lares e, eu entendo que deveria morar em todos os lares, ouviremos a mensagem musical, com Conjunto Som Maior, Jesus Cristo Mudou Meu Viver. Aí vai o link: 



acesse e desfrute. Que o Sr o/a abençoe, amém!

Pr Flávio da Cunha Guimarães.

julho 26, 2014

O INCOMPARÁVEL AMOR DE DEUS!

O INCOMPARÁVEL AMOR DE DEUS!







        Extraído de: https://www.google.com.br/search?q=IMAGEM+PARA+O+AMOR+DE+DEUS&newwindow=1&safe=active&rlz=1C1KMZB_enBR591BR591&espv=2&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=0w7UU9-GDYjesASR7YDQDQ&ved=0CAYQ_AUoAQ&biw=1366&bih=667#imgdii=_, Em 26/07/2014.

        O amor de Deus não falha e é eterno, é o que nos diz a sua Palavra em (Jer. 31:3) “Há muito que o SENHOR me apareceu, dizendo: Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí”.
        Fique sabendo você, que o Senhor Deus lhe ama com um amor tão grande, mas tão grande, que Ele mesmo declara a você em (Jo. 3:16) assim: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”.

        Quem seria capaz de dar o único filho para provar o seu amor por alguém? Só o Sr nosso Deus. Pois Jesus Cristo veio a este mundo, morreu em uma cruz para nos salvar, como prova do grande amor de Deus pai por nós. Não se esqueça disso! Deus lhe ama muito, mas muito mesmo, um amor incomparável!



        PR FLÁVIO DA CUNHA GUIMARÃES
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PAZ VERDADEIRA SÓ EM JESUS! Jo. 14:27 "Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou..."