Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

março 21, 2016

"BAIXA AUTOESTIMA"

Pelo Pr Carlos Eliseu D. Rocha

"Baixa autoestima, fenômeno crescente nas famílias evangélicas"

"Autoestima constitui-se de avaliações subjetivas que alguém faz de si mesmo, sendo positiva (autoestima alta) ou negativa (autoestima baixa). Ninguém nasce com autoestima. esses sentimentos geralmente são construídos (formados) dentro das famílias ao longo da criação.

Elas envolvem algumas crenças tipos:

1 - Autossignificantes: eu sou capaz/não sou capaz, sou amado/não sou amado.

2 - Emocionais: normalmente são associadas entre si (ganho/perda, orgulho/vergonha...). É como a pessoa se percebe, se sente por dentro e não, por fora.


3 - Comportamento: medo/iniciativa, confiança/receio...

O fenômeno da baixa autoestima está crescendo nas famílias evangélicas e, como eu disse, é uma doença geralmente construída (formada) ou na criação, dentro da família. Aqui, cabe uma pergunta: Por que esse fenômeno está crescendo também em nosso meio (famílias evangélicas)? Algumas possíveis respostas:

1 - Porque o evangelho não tem sido tão transformador em muitas famílias que estão dentro das igrejas.

2 - Porque as famílias evangélicas não estão vivendo o que é ensinado por Jesus - óbvio, certamente há exceções.

3 - Porque muitos pais evangélicos não têm sido exemplos ou modelos na educação e criação dos filhos, gerando neles enfermidades.

4 - Porque enquanto na igreja muitas famílias são felizes, verdadeiras 'famílias dorianas', mas em casa são estranhos, violentos, frios, insensíveis, acusadores, não constroem relações saudáveis, nada amorosos, gerando, assim, filhos com personalidades frágeis e instáveis.

5 - Por falta de feedbacks positivos nas famílias evangélicas (do esposo para a esposa e vice-versa, dos pais para os filhos e vice-versa).

Talvez, algum leitor tenha pensado: 'Isso acontece em todos os lares, não só de evangélicos. Preocupar-me por que?' Sim, é verdade, tem acontecido em todos os lares, mas eu estou escrevendo para leitores, em sua maioria, evangélicos ou supostamente evangélicos. Além do que se os comportamentos acima (itens 1,2,3,4,5) acontecem lá fora (no mundo não cristão), não deveriam acontecer dentro das nossas famílias (evangélicas). Afinal, fomos comprados, restaurados pelo sangue de Jesus e somos novas criaturas. Será mesmo?

Fica aqui um alerta a todos: observem e observem-se. Alguns sintomas:

1 - Alta autoestima: É muito bom tê-la. Isso facilita a vida e rejuvenesce, (desenho 1), desde que esteja sob controle. A alto autoestima quando fora de controle pode ser prejudicial. Sintomas: Sentimentos de excesso de confiança, de que tudo dará certo, falta de medos ou receios, confiança exagerada em si mesmo, vê o outro como menos capaz, sente-se intocável e invencível, não se prepara muito para os desafios, pois tem a crença de que será fácil etc.

2 - Baixa autoestima - sintomas: Sentimentos de que tudo vai dar errado ou nada acontece favoravelmente, de que tudo está mal, medos nas realizações e buscas, pessimismos exagerados, não acredita em retornos sentimentais, dificilmente se considera capaz ou apto para alguma coisa, por isso, na maioria das vezes, nem tenta fazer, ou pior, se boicota, Não acredita em elogios, não se sente atraente ou bonito (desenho 2) etc.

Alerta aos pais: Por ser uma doença construída (formada) na criação, os pais podem evitar que a mesma se instale nos filhos. Como? Destacando o lado positivo deles, valorizando as grandes e pequenas ações, corrigindo com amor e didática os lados negativos e falhas.

Agora, nos adultos, são necessários mudanças de atitudes, de comportamentos e alteração da imagem de si mesmo. É possível se conseguir isso sozinho? Sim, leitura de bons livros sobre o tema, persistência e sempre estar ao lado de pessoas com autoestima controlada. Caso não consiga, procure um profissional competente (psicólogo)".

O Pr Carlos Eliseu D. Rocha é Pastor da Igreja Batista do Bom Retiro, é mestre em teologia e psicólogo, contatos drcarloseliseu@gmail.com

O artigo acima foi extraído na íntegra do Jornal Comunhão, da Convenção Batista do Estado de São Paulo. Edição nº 09, Ano 106, Setembro de 2015, P.12.

PACIÊNCIA É PRECISO

Quanta paciência!!!!!!!!!! Videos engraçados


março 19, 2016

TOMBA O GIGANTE DA MÚSICA SACRA BRASILEIRA



TOMBA O GIGANTE DA MÚSICA SACRA BRASILEIRA




"Homenagem a Luiz de Carvalho"

A Homenagem é prestada pela sua filha, Priscila de Carvalho, foto ao lado em que ela diz: "Não tema, pois eu o resgatei; eu o chamei pelo nome; você é meu. Quando você atravessar as águas, eu estarei com você; e quando você atravessar os rios, eles não o encobrirão. Quando você andar através do fogo você não se queimará; as chamas não o deixarão em brasas. Pois eu sou o Senhor, o seu Deus, o Santo de Israel, o seu Salvador", Isaías 43:1-3

Tem gente tão marcada pela morte que a gente nem acredita que ainda está viva. Tem gente tão cheia de vida que, quando a morte leva, a gente nem acredita. Luiz de Carvalho foi um homem cheio de vida. Luiz seguiu exatamente como diz o versículo: 'Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos'. 1 João 3:16. Luiz foi u homem que deu sua vida pelas outras pessoas. São incontáveis os testemunhos que vemos e ouvimos de pessoas que foram aos pés de Cristo através dos louvores, testemunho e pregações de Luiz.

Foram 90 anos, dos quais a maior parte dedicada a trabalhar por Jesus. Agradeço a Deus todos os dias pela vida do meu pai. Ele me ensinou a ser tão apaixonada por Jesus como ele foi, viver para Jesus. Esta é a decisão mais importante que podemos tomar em toda a nossa vida. Luiz de Carvalho serviu a Deus servindo às pessoas que estavam ao seu redor. Sempre humilde, foi cantar nos lugares mais distantes e inacessíveis deste grande Brasil. Viajou pela Europa e Estados Unidos, pregando o evangelho, levando a mensagem de Cristo a todas as pessoas. Sua voz inconfundível e marcante entoava os louvores de maneira singela, e através desses louvores, o Espírito Santo de Deus tocou no coração de milhares de pessoas. Não importava se a igreja era grande ou pequena, se tinha muito ou pouca gente, Luiz sempre estava disposto a ir aonde quer que fosse, mesmo quando ficou em cadeira de rodas, para levar a mensagem Daquele que é o Autor e Consumador da nossa fé: Jesus Cristo, o nosso Senhor.

Na terça-feira, 17 de novembro de 2015, por volta das 4h30 da manhã, os anjos do céu receberam nosso amado Luiz. Ele descansou. Foi cantar lá no céu. Deus o chamou. Sabemos que somos estrangeiros nesta terra. Não devemos esperar que Deus nos poupe do dia terrível e triste, mas jamais devemos duvidar de Sua companhia quando esse dia chegar. 'Pois os olhos do Senhor estão atentos sobre toda a terra para fortalecer aqueles que lhe dedicam totalmente o coração' - 2 Crônicas 16.9

Viva uma vida viva. Como Luiz de Carvalho viveu. Viva uma vida que faça a diferença, como ele fez. Através dos louvores de Luiz, muitas pessoas foram aos pés de Jesus. Nosso desejo é que isso possa acontecer através da sua vida também. Luiz de Carvalho foi embora desta terra, mas seu legado ficou aqui. Que suas músicas e seu testemunho possam ser ainda mais usados por Deus, para que cada vez mais pessoas creiam em Jesus. Quem marcha com Deus não pode ser detido. Nem a morte é suficientemente forte para impedir a caminhada daqueles que avançam co fé e coragem. Lembre-se de que quem dará a última palavra neste universo será Jesus, e esta palavra será de vida, vida eterna com Cristo, pois Ele venceu a morte e através Dele temos a vida eterna".

"para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor". Romanos 5:21.

"Luiz de Carvalho foi cantar lá no céu"

O texto a seguir que tem como título: "Luiz de Carvalho foi cantar lá no céu", o qual transcreveremos literalmente, não encontramos o autor, senão a coluna de "COMUNHÃO" - "ARTE e CULTURA", em que diz: "No dia 17 de novembro, por volta das 4:30h da madrugada , os anjos do céu receberam o irmão Luiz de Carvalho, aos 90 anos.

Nascido em Bauru, no dia 16 de maio de 1925, ele foi o primeiro cantor evangélico a gravar um LP, em 1958. Membro da Igreja Batista Paulistana, desde 6 de abril de 1949, foi evangelista e diácono, sendo um dos primeiros cantores da música cristã no Brasil. Fundou a gravadora Boas Novas - que , mas tarde, foi adquirida pela gravadora Bompastor (de propriedade de seu filho, Elias da Carvalho) -, uma das mais antigas dedicas à música cristã. Luiz de Carvalho foi responsável por lançar grandes nomes da música cristã, como Cristina Mel, Paulo César Baruk, Cícero Nogueira, Jusley, Elda Marcon, Vaninha (da famosa série Pingo de Gente) e, principalmente, a cantora Denise Cardoso, com quem chegou a gravar alguns discos em dueto.



Em 65 anos de carreira, ele lançou mais de 40 álbuns, dois DVDs e um livro. Era um desbravador: seu currículo registra a gravação de 90 trabalhos, entre LPs, CDs e 78 rotações; mais de 900 músicas e apresentações em 10 países, sendo também o responsável por introduzir no culto instrumentos considerados'menos nobres', como o violão. Um dos principais discos de sua carreira foi lançado em 1958, intitulado 'Musical Boas Novas'. O álbum 'Meu Tributo - A Deus Toda a Glória' foi lançado em 1983, e, na época, ele foi premiado com o Disco de Ouro pela vendagem de 200 mil cópias.

Em entrevista ao Jornal Comunhão, em 2010, ele destacou três dos pontos mais marcantes de sua vida e ministério: 'a apresentação com Billy Graham, em sua Cruzada, no Brasil, em 1965; a Grande Cruzada, em Portugal; e a formação da minha Família'".

Que o Senhor abençoe os familiares, consolando e confortando, cada coração, diante da perca de um ente querido e orarmos em prol dos familiares.

Os artigos acima foram extraídos na íntegra do Jornal Comunhão, da Convenção Batista do Estado de São Paulo. Edição nº 12, Ano 106, Dezembro de 2015, P.18.




março 16, 2016

" A LIÇÃO DO NÃO"


"A LIÇÃO DO NÃO"


POR ELIZABETE BIFANO

          Diz Elizabete que "Dia desses estava em casa, na área de serviço, quando, vindo de uma das janelas do prédio, ouvi a voz de um homem. Era um pai que repreendia, com voz firme e paciente seu filho. O pouco que pude ouvir me impressionou bastante. Rapidamente percebi a importância daquela conversa e observei três temas dos quais  falarei agora.


         Primeiro, quero destacar que aquele pai ensinava seu filho a importante e imprescindível 'lição do não'. Uma lição que toda criança deveria aprender o mais rápido possível em sua vida. Esse aprendizado é importante porque é um aprendizado para a vida toda.


         Quantos não aquele menino há de receber durante sua vida? Talvez ele terá de ouvir o não de um grande amor, o não de um patrão, não de novos empregos, não da saúde, não da vida de um ente querido e muitas outras formas de não. A vida nos diz muitos nãos!


         Talvez, naquele momento, aquele menino não pudesse perceber a preciosidade e dimensão daquela lição, mas, no futuro, com certeza, saberá ouvir e aceitar com mais facilidade os nãos da vida, pois nem sempre podemos ter o que queremos. Quando dizemos não a nossos filhos, de uma forma convincente e moderada, não estamos sendo pais ruins, estamos sendo bons pais, ao ensinar-lhes a valiosa 'lição do não'.


         Em segundo lugar, me impressionou a forma como aquele pai falava com seu filho. Ele conversava com firmeza, dizia profundas verdades, mas não gritava, não batia, nem humilhava se filho. Aquela criança não chorava, não respondia, não gritava, nem batia o pé ou portas; ela ouvia calada. Na sutileza daquele momento, eu percebia que não havias irritação ou raiva, mas que aquele menino ouvia a veracidade das palavras de seu pai com respeito. Isso porque havia respeito naquele relacionamento.


        É tão comum vermos pais que exigem respeito, mas que não respeitam nem um pouco seus filhos; pensam que gritar, bater e humilhar as crianças é uma forma saudável de educar. No entanto, para educar saudavelmente é preciso haver no relacionamento a correção com amor, a verdade com coerência, a repreensão com respeito.


        E, em terceiro lugar, era o pai que repreendia seu filho, não a mãe. Temos de admitir que comumente é a mãe que conversa, corrige e disciplina seus filhos. Além de tudo, ele exigia que o menino acatasse quando também sua mãe lhe dissesse 'não pode'. O pai ensinava o filho a respeitar sua mãe.


        Como seria bom que os filhos respeitassem seus pais, os pais respeitassem seus filhos! Haveria muito mais harmonia nos lares, nos relacionamentos familiares. Haveria muito mais pessoas com um sentido de respeito e consideração aos seus semelhantes.


        Talvez você esteja pensando que não devemos ouvir a conversa dos outros. É verdade, mas às vezes isso é impossível, quando moramos num condomínio. Talvez seja mais uma lição a aprendermos: não ouvir somente coisas negativas de nossos vizinhos, mas positivas, também.


        Simplesmente, achei linda aquela conversa entre pai e filho!"


        Elizabete Bifano é escritora, preletora na área de casamento e vida familiar. Tem um ministério OIKOS, (Ministério Cristão de Apoio à Família), no Rio de Janeiro: www.clickfamilia.org.br.


        O artigo acima foi extraído na íntegra do periótico Comunhão da Convenção Batista do Estado de São Paulo. Edição nº 01, Ano 107, Janeiro de 2016, P.12.

"PAIS QUE SE AMAM"

"PAIS QUE SE AMAM"

Pelo: Pr. Fábio Bentes

       "As limitações do relacionamento"

          "Em todo relacionamento, os sujeitos são obrigados a encarar os limites pessoais e os limites do próprio relacionamento. Existem os limites emocionais, ou seja, nem sempre as partes estarão calmas, serão atenciosas, bem-humoradas etc. Há situações que mexem com nosso humor e podem nos tirar do eixo. Então, ambas as partes devem aceitar que, por circunstâncias variadas, há momentos em que a tensão aparece - mesmo nas melhores relações.

         Existem também os limites financeiros. Seja por um orçamento permanentemente modesto ou por circunstâncias excepcionais, com, por exemplo, o desemprego. Um casal será obrigado a reconhecer que não tem condições de satisfazer todas as vontades; que não tem como atender a todos os desejos. Existem os limites estéticos. A esmagadora maioria das pessoas não atende os padrões de beleza que são expostos exaustivamente na mídia. E a tendência é que, com a idade, a distância entre nós e os padrões estéticos aumente cada vez mais. Existem também os limites de intervenção na vida das pessoas ao nosso redor. Nesse sentido, se temos amigos e parentes cuja conduta é inconveniente, nós e nosso cônjuge não temos como fazer muita coisa. Podemos, no máximo, trabalhar para que a interferência desses comportamentos não atinja nossa própria relação, mas não temos o poder de mudar o temperamento de todo esse povo.

          De qualquer forma, apesar de tudo isso, é muito importante destacar que existe possibilidade de alegria - muita alegria! - mesmo com todas as limitações de um relacionamento. Um relacionamento pode ser muitíssimo agradável, mesmo tendo todas as limitações do mundo, afinal de contas, pode haver muito amor em uma casa com pouco dinheiro; pode haver muita atração mesmo entre corpos que estão envelhecido; pode haver reconciliação mesmo após discussões desagradáveis. Então, nunca se pode perder de vista que a alegria é possível, mesmo em condições não ideais, até porque as condições ideais não existem".

          O Pr Fábio Bentes é Psicanalista e escritor. Contatos: fabiobentes@hotmail.com; Tel. (11) 98715.1485; Facebook: Fabio Bentes

          Conteúdo extraído na íntegra de periótico Comunhão da Convenção Batista do Estado de São Paulo. Edição Nº 01, Ano 107, janeiro de 2016, P. 12.

março 11, 2016

"O PERDÃO DO CHEFE ÍNDIO"


"O PERDÃO DO CHEFE ÍNDIO"

       "Maskepetún era um poderoso chefe índio que costumava guerrear ferozmente contra os seus adversários. Certa noite ouviu um missionário que pregava sobre a oração de Cristo, em sua agonia: 'Pai, perdoa-lhes...'

         No dia seguinte, Maskepetún se encontrou com um índio que havia matado seu filho. Deparando-se com ele, Maskepetún dominou-se admiravelmente e disse: 'Tu mataste o meu filho. Mereces morrer. Fizeste a mim e à minha tribo o maior mal que se pode fazer. Quebraste meu coração e destruíste aquele que me sucederia'.

         'Se eu não tivesse escutado o que o missionário disse a noite passada junto à fogueira, te cravaria esta flecha no coração. Mas o missionário ensinou que, se queremos que Deus nos perdoe, devemos perdoar aos nossos inimigos'. E, profundamente emocionado, prosseguiu: 'Assim como espero que Deus me perdoe, eu te perdoo'! E, inclinando-se sobre o pescoço de seu cavalo, deixou suas emoções se expandirem, derramando lágrimas amargas".

        Extraído literalmente de: Corpo Redatorial. Edições Luz do Evangelho - Livro 206-P Professor. Editora Betânia, Belo Horizonte, 1968, 72p, p. 61.

      Que possamos viver os ensinamentos do Senhor Jesus Cristo assim como Ele viveu, perdoando os nossos inimigos assim como o índio Maskepetún conseguiu perdoar o seu inimigo, amém!

março 03, 2016

"DICAS DA CRIS POLI"

"Preparando o mais velho para a chegada do irmãozinho"


"Cris Poli é Argentina radicada no Brasil, tem 66 anos e dedicou 40 deles à educação infantil. Atuou como professora de algumas das mais respeitadas escolas de Buenos Aires até se mudar para São Paulo e aplicar seus conhecimentos em colégios da capital paulista. Formou-se em Educação pelo Instituto Nacional Superior del Profesorado en Lenguas Vivas Juan Ramón Fernandez, de Buenos Aires, na Argentina. No Brasil, fez Licenciatura em Letras Inglês-Português na USP.

A chegada de um bebê é um acontecimento para toda a família. Para que o novo membro da família seja bem-vindo, sem ciúmes nem crise, ai vão algumas dicas.


1 - Façamos filhos mais velhos participarem da alegria da notícia, do  crescimento da barriga da mãe, dos preparativos na casa, no quarto, na roupa, etc.


2 - Conversem todos juntos sobre o assunto.


3 - Escolham o nome juntos.


4 - Destaquem que vão brincar juntos, que é bom ser o irmão mais velho, porque vai poder ensinar muitas coisas para o irmãozinho.


5 - Sempre deixem muito claro que vocês o ama (o filho mais velho) muito.


6 - Ah! Mostrem fotos de quando ele nasceu, do quarto, etc.


7 - E quando o bebê nascer, deixem o mais velho participar do banho, da troca de fraldas, etc, etc, etc".


Observação: O texto foi tirado na íntegra.


Fonte: Cris Poli. Jornal Comunhão. Convenção Batista do Estado de São Paulo. Edição nº 01, Ano 107, Janeiro de 2016, P. 12.

março 01, 2016

QUANDO O POVO DE DEUS ORA!

QUANDO O POVO DE DEUS ORA!

JUÍZES 6:1-10.

        A oração é importante para a vida espiritual, do povo de Deus, tanto quanto o café, o almoço e o jantar são importantes para alimentar o nosso corpo físico. Foi por isso que o Senhor Jesus Cristo recomendou a oração aos seus discípulos, em (Mateus 26:41) "Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca". E o Apóstolo Paulo recomenda em (I Tessalonicenses 5:17) "Orai sem cessar". A seguir vamos destacar a importância de QUANDO O POVO DE DEUS ORA. Mas antes porém, queremos iniciar falando dos resultados de quando o povo de Deus não ora.

        1 – QUANDO O POVO DE DEUS ORA AO deus ERRADO, TAL ATITUDE PARECE MAU AOS OLHOS DO SENHOR.
        De acordo com o contexto do livro de (Juízes 2:2), desobedeceram o mandamento do Senhor Deus de Israel. Em (Juízes 2:10-13) diz que levantou uma geração que não conhecia o Deus de Israel. Conhecer significa um relacionamento de intimidade com Deus. Uma comunhão íntima com o Senhor Deus.

        Não oravam ao Deus Todo-Poderoso porque havia abandonado ao Deus que tantas maravilhas havia feito através de Moisés e Josué, para servir aos baalins (juízes 2:11).

        A palavra servir, no hebraico, pode ser citadas aqui, pelo menos três que são “tsaba”, “sharet” e “polhan” (HARRIS, 2008, p. 1.256, 1.621 e 1.725) que estão no sentido de estar a serviço de, ministrar aos... adorar aos deuses como os levitas serviam e adoravam ao Senhor no templo.
        Os israelitas ao invés de servirem, de adorarem ao Deus Todo-Poderoso, estavam servindo e adorando aos rivais do Senhor, “Baal e Astarote”. Que este não seja o nosso caso!

        2 – QUANDO O POVO DE DEUS TROCA-O PELA IDOLATRIA, A PRIMEIRA COISA QUE ACONTECE É SAIR DE DEBAIXO DA AUTORIDADE, DA COBERTURA DO SENHOR, (V.1) “o Senhor os deu na mão dos medianitas”.
        Quando saímos de debaixo da autoridade do Senhor Jeová, entramos debaixo da autoridade do inimigo. Sem a cobertura de Deus o inimigo deita e rola em nossas vidas.
        Deus deu os filhos de Israel aos medianitas, (V.1). Deu no sentido de serem explorados por eles; portanto, foram explorados material, emocional e espiritualmente pelos os medianitas. Exploravam o povo, tudo o que plantava e colhia, (V. 4-5). Além das ovelhas, dos bois e jumentos. E todas as vezes que distanciamos do Senhor, ficamos à mercê de Satanás. Ficamos vulneráveis. Sem a proteção de Jeová.
        Era quando o chicote descia no lombo das pessoas, a dor, o sofrimento e a fome faziam com que Israel se lembrasse de Deus, clamava ao Senhor. A ideia é de alguém que está em angústia, e põe angústia nisso!
        Como a história se repete! Quando esquecemos de Deus, abandonamos a casa do Senhor e o chicote vem, aí lembramos dos bons momentos na presença do Senhor. Aí voltamos para Deus, só que já todos estropiados. Sem a cobertura de Deus, sem a comunhão com Jeová e sem alimento acontecia...

        3 – O ENFRAQUECIMENTO, O EMPOBRECIMENTO DO POVO DE DEUS, SE DEU DE SEIS MANEIRAS:

        3.1 - Pela mistura e a incorporação de outras culturas, crenças, deuses ao povo de Deus.

        3.2 – O enfraquecimento físico se dava também, pela falta de alimento, (V.4) – “Destruíram o produto da terra, não deixavam mantimentos para o povo de Deus, nem ovelhas, nem bois, nem jumentos”.

        O enfraquecimento se dava também pelo desânimo e abatimento interior, diante da exploração na escravidão. Israel passava fome, necessidade, Enfraquecido fisicamente. A fome é uma péssima conselheira, ela leva, às vezes as pessoas roubarem, assaltarem, a venderem seus corpos em prostituição. Mães que prostituem para dar de comer aos filhos.
        Satanás não brinca conosco, ele arrebenta com as vidas daqueles que dão lugar para ele, destrói as finanças como vemos em (Mal. 3:11). O dinheiro não traz felicidade, mas a falta dele traz infelicidade, tenção nervosa, reclamações, murmurações e confusão no ceio da família. Felicidade, paz e saúde são três conquistas importantíssimas para a vida de todos nós.

        3.3 – O enfraquecimento Religioso – Trouxeram as práticas religiosas dos povos vizinhos para dentro das práticas religiosas de Israel, (3:6) – Serviram aos seus deuses.
        Tornou-se presa fácil. Não tem sido diferente em nossos dias. Igrejas cheias de seres humanos, mas vazios de Deus, fracas espiritualmente e de conhecimento da Palavra do Grande Deus.

        3.4 – O enfraquecimento Doutrinário, (2:10) – “Levantou-se outra geração que não conhecia ao Senhor”. É triste, mas é real nos dias atuais, um número muito grande de membros de igrejas que não tem convicção doutrinária. Não sabem em que creem e porque creem.

        3.5 – O enfraquecimento moralmente, (2:17) – “se prostituíram após outros deuses”. Nesses cultos havia sacerdotisas, prostitutas profissionais do templo. O nosso país, igrejas, famílias estão enfraquecidas por causa da prostituição religiosa, espiritual, moral e ética.

        3.6 – O enfraquecimento espiritualmente de Israel era porque não seguia fielmente os ensinamentos do Senhor. O povo era atraído pelos desejos, pela falta de conhecimento e consciência.
        Pela falta de conhecimento e de consciência, deixam as pessoas cheias de dúvidas. Sem convicções. Trocando à casa de Deus por coisas supérfluas. A falta de conhecimento leva as pessoas aceitarem práticas pecaminosas como normais em suas vidas e dentro das igrejas,  ou não em suas vidas, mas nas vidas dos filhos, dos familiares e membros de igrejas. Há diferença se não é em nossas vidas, mas nas vidas de nossos queridos?

        AGORA QUEREMOS FALAR DOS RESULTADOS DE QUANDO O POVO DE DEUS ORA E CLAMA AO SENHOR.

        4 – QUANDO O POVO DE DEUS ORA AO SENHOR ELE ENVIA MENSAGEIRO, (V. 8).

        4.1 – Antes do livramento, o Senhor envia o mensageiro, o profeta de Deus, para relembrar o povo os acontecimentos, os feitos do Senhor na vida do povo desde o Egito até a posse da terra prometida, (V. 8-10).

        4.2 – Antes do livramento a mensagem não era de prosperidade material aqui, de determinismo em nome do Senhor seremos livres de sofrimento, mensagem de bênçãos. Não, a mensagem foi de advertência – “Não destes ouvidos à minha voz”, (V.10).
        A mensagem apontava primeiro os pecados de idolatria e de desobediência. Portanto, a necessidade de uma mudança de vida, (V.10). Só depois enviava o livramento da escravidão para o povo.
        O povo de Israel não gostava de mensagem de advertência, como nós também não gostamos, mas elas fazem parte do plano do Senhor para as nossas vidas. Todavia, para alguns só através do sofrimento e da advertência é que aceitemos com humildade o plano do Senhor para as nossas vidas. Sejamos bons ouvintes, queridos leitores.

        5 – QUANDO O POVO DE DEUS ORA, O SENHOR ENVIA O SOCORRO, O LIVRAMENTO, (V.11) – Enviou um anjo a Gideão.

        Gideão não era um qualquer, era homem de Deus, valoroso. Deus tem posto diante de nós, quando em problemas, homens de Deus para nos dizer o que fazer, qual é a solução, o que precisa mudar em nossas vidas. Basta ouvi-los o que nem sempre acontece. O socorro só vem após a mudança de vida.
        Mudemos nossas as nossas vidas, ou seja, deixemos o Senhor mudar em nossas vidas aquilo que desagrada a Ele e veremos os milagres de Deus acontecendo de maneira natura em nossas vidas.

        PARA CONCLUIR:

        Deus não falha! Quando o povo, a igreja orava, as cadeias se abriam, (At.12:5-7,10): Pedro preso foi liberto. Em (At.16:26), Paulo e Silas presos, oravam e o milagre aconteceu. As pessoas eram e são curadas. Os espíritos demoníacos são exorcizados. A salvação chega aqueles que imaginamos que não serão salvos. O (Sal. 34:6) diz que Deus nos livra de todas as angústias. Angústia quanto ao futuro dos filhos. O perigo das drogas. Angústia da escravidão dos pecados e de Satanás.

        Pastor Flávio da Cunha Guimarães.

        Se deseja falar conosco o e-mail: prflavioguimaraes@yahoo.com.br

Bibliografia

Bíblia de Estudo de Genebra. São Paulo e Barueri. Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999, 1728 p.

Bíblia Vida Nova. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Editora: S. R. Edições Vida Nova, 2ª Ed. 1978, São Paulo.

BOYER, Orlando S. Pequena Enciclopédia Bíblica. 7ª Ed. Editora Vida, Miami Flórida USA, 665 p.

HARRIS, R. Laird; Gleason L. Archer Junior e Bruce K. Waltke. Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. Tradução de Márcio Loureiro Redondo; Luiz A. T. Sayão e Carlos Osvaldo C. Pinto. 2008, Ed. Vida Nova, São Paulo, 1789 p, p. 235.

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