Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

abril 28, 2017

PARA ONDE IREMOS?

PARA ONDE IREMOS?

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Acessada em: 11/04/2017

Jer. 15:1-9

Quantos de nós já tivemos a experiência de estarmos perdidos e vem aquela sensação de mal estar, de angústia e de que precisamos de ajuda, e nem sempre a temos na hora que precisamos. Hoje tem o GPS para guiar nesses casos. A Bíblia é o GPS do cristão verdadeiro e de todos os que querem andar verdadeiramente com Deus e em sua presença. Jesus diz em (Jo. 12:46) "Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas". Todavia, aqueles que não querem andar na luz de Jesus Cristo estão perdidos. É o caso do povo judeu no tempo do profeta Jeremias.

Estamos diante de um texto da Palavra de Deus de expressões fortíssimas. Diante de expressões que descrevem a ira do Senhor Deus contra o seu povo, chamado o povo de Deus. Todavia, o povo é que provocava a ira de Jeová sobre ele, a justiça, a correção e o juízo, com sua desobediência, incredulidade deliberada e consciente, depravação, mundanismo, zombaria, deboche, idolatria, rebeldia sem causa, teimosia e obstinação do seu coração.

Foi neste contexto que o profeta de Deus, Jeremias, orou fervorosamente ao Senhor Deus por eles, como vemos em (Jer. 14:7) que diz: “Posto que as nossas maldades testificam contra nós, ó SENHOR, age por amor do teu nome; porque as nossas rebeldias se multiplicaram; contra ti pecamos”. No entanto, o profeta não obteve o cancelamento do flagelo que o Senhor havia determinado, nem atenuar, amenizar ou diminuir o julgamento, porque o Senhor já havia decretado. E depois que o Senhor Deus decreta não muda a sentença. Era e é irreversível. Logo, seria e é executada.

Deus estava negando, claramente, o favor, a bênção, o perdão procurados por Jeremias, o seu profeta, ao seu povo, o povo do Senhor.

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Acessada em: 11/04/2017

Deus proibiu o profeta de orar em favor do povo. Que ponto chegou a situação do povo para com Deus! É o que lemos em (Jer. 7:16-17) que diz: “Tu, pois, não ores por este povo, nem levantes por ele clamor ou oração, nem me supliques, porque eu não te ouvirei. Porventura não vês tu o que andam fazendo nas cidades de Judá, e nas ruas de Jerusalém?” Não era uma proibição para sempre, era uma proibição temporária, até que o povo de Deus mudasse de comportamento e reconciliasse com o seu Deus.

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Acessado em: 11/04/2017

Ao invés de orar ao Senhor Deus, o profeta devia revelar ao povo a tristeza da alma do Próprio Deus por causa dos pecados do povo. É o que vemos em (Jer. 15:17-18). Como prova de que o Senhor estava negando atender ao profeta em suas orações, V.1, mandou o profeta dizer ao povo, que, ainda que Moisés e Samuel se pusessem diante do Senhor em oração, não atenderia, não porque as orações dos dois fossem mais poderosas e eficazes do que a de Jeremias, mas porque o Senhor estava enojado, entojado, enjoado com a vida depravada que o povo vivia e provocando a justiça do Senhor Deus.

Deus se refere a Moisés que orou pedindo o perdão de Deus pelo povo de Israel no deserto e foi ouvido como lemos em (Êx. 32:11,14), “Moisés, porém, suplicou ao SENHOR seu Deus e disse: Ó SENHOR, por que se acende o teu furor contra o teu povo, que tiraste da terra do Egito com grande força e com forte mão? [...] Então o SENHOR arrependeu-se do mal que dissera que havia de fazer ao seu povo”. Quando Samuel orou e foi respondido, (I Sam. 7:9), o que lemos: “Então tomou Samuel um cordeiro de mama, e sacrificou-o inteiro em holocausto ao SENHOR; e clamou Samuel ao SENHOR por Israel, e o SENHOR lhe deu ouvidos”. Já o (Sal. 99:6) diz: “Moisés e Arão, entre os seus sacerdotes, e Samuel entre os que invocam o seu nome, clamavam ao SENHOR, e Ele lhes respondia”. Agora o Senhor não quer responder a oração de seu profeta, Jeremias. Não havia oração que pudesse mudar a sentença que Deus dera ao povo diante do que o povo havia escolhido para si.

Deus manda Jeremias responder aqueles que por ventura perguntassem: “Para onde iremos?” Irá para onde escolhera ir. Os que escolheram a morte, irão para a morte. Os que escolheram a espada, irão para a guerra, para a morte a espada. Os que escolheram a fome, irão morrer de fome diante do cerco feito a cidade santa pelo exército de Nabucodonosor. Os que escolheram o cativeiro, a escravidão, irão ser escravos na Babilônia. Os que escolhem o Céu irão para o Céu. Os que escolhem o inferno irão para o inferno.

O povo de Israel e nós poder-se-iam dizer: Mas não escolhemos nada disso! Escolhemos sim! Quando deixamos de escolher vivermos para o Senhor, já estamos fazendo uma escolha pelo mundo com suas mentiras e enganações. Quando deixamos de escolher crer, já escolhemos ser incrédulos. Quando deixamos de escolher andar com Deus, já de antemão escolhemos andar com o Diabo. Quando deixamos de escolher fazer à vontade, já escolhemos fazer a vontade de Satanás. Quando deixamos de buscar ao Senhor em primeiro lugar em nossas vidas, já buscamos as coisas matérias, os prazeres, os divertimento, o lazer como a prioridade para as nossas vidas. Quando deixamos de viver uma vida de santidade para com Deus, é porque já estamos vivendo uma vida profana para nós mesmos. Quando deixamos de escolher a Palavra de Deus como meio de orientação para pautarmos as nossas vidas, é porque estamos escolhendo vivermos pelos parâmetros deste mundo enganador e mentiroso para as nossas vidas.

Para onde iremos?

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Acessada em: 1/04/2017

Para o destino que escolhemos. O Senhor nos dá o privilégio de escolhermos como queremos viver: Com Deus ou sem Deus. Se salvos ou perdidos. Se santos ou profanos. Com fé ou incrédula. Com obediência ou rebeldes e revoltados sem causa. Se em paz com Deus ou em guerreando com Deus. Sabendo, porém, que somos responsáveis pelas nossas escolhas. Ainda que não seja prazeroso para o Senhor Deus atender o nosso desejo de destruição, todavia Ele respeita as nossas escolhas. Se não vemos o que diz (Jer. 4:4) que diz: “Circuncidai-vos ao SENHOR, e tirai os prepúcios do vosso coração, ó homens de Judá e habitantes de Jerusalém, para que o meu furor não venha a sair como fogo, e arda de modo que não haja quem o apague, por causa da malícia das vossas obras”. O que o Senhor quer de nós é arrependimento e conversão de nossos pecados para que Ele possa nos curar e nos abençoar.

Jer. 29:13 "E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração". "Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes", Jeremias 33:3

Bibliografia

1 - GILLl, John. Comentário de Jeremias 15:1-9. E-Sword-the Sword of the LORD withan electronic edge, Tradução do Google Tradutor.

2 – DELITZSCH, Keil. Comentário de Êxodo 2:1-10. E-Sword-the Sword of the LORD withan electronic edge, Tradução do Google Tradutor.

3 – HENRY, Matthew. Comentário de Êxodo 2:1-10. E-Sword-the Sword of the LORD withan electronic edge, Tradução do Google Tradutor.

4 - OLIVEIRA, Marcelo Ribeiro de. Bíblia Sagrada Versão Digital 6.7 Freewere. 2014. Disponível em: http://www.baixaki.com.br/download/a-biblia-sagrada-versao-digital.htm . Acesso em: 15 dez. 2014.

A TERRA ESTÁ EM CRISE, O CÉU NÃO!


A TERRA ESTÁ EM CRISE, O CÉU NÃO!

Apocalipse 12:7-12

Autor: Pr Flávio da Cunha Guimarães

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Acessada em: 20/04/2017

Dizer que a terra está em crises monstruosas, é o mesmo que chover no molhado. Todos os seres humanos que estão em plena faculdade mental, tem visto e sentido a crise generalizada em vários seguimentos da sociedade global. Mas o que muitos não sabem é que o Céu não está em crise. E isso que é mais importante saber!

A terra está em crise porque a humanidade está em crise. Crise espiritual, existencial, política, econômica, social, religiosa e institucional. Crise política entre os interesses da sociedade e os interesses pessoais dos políticos. Uma corrupção sistêmica, geral e duradoura. Crise entre os poderes. Poderes legislativos, executivos e judiciários. Crise econômica em que países estão quebrados, vivem em uma pobreza tremenda e populações famintas, aonde jogam milhões de toneladas de comida fora, enquanto outros a população passa fome. Crise nas igrejas. Crise teológica, doutrinária, comportamental e de santidade. Crise nas famílias. Crise de identidade, de funções, de autoridade e de conceitos. Os filhos estão crescendo sem referências. Pais e mães que não são referências para eles. Daí vão buscar a referência em heróis de desenhos animados, em atores, jogadores de futebol e até em marginais famosos.

Por que que a terra está em crise?

1 – Porque as pessoas tratam Deus e sua Palavra com desprezo e rejeição. Problema tão velho desde que o homem foi criado na terra. O primeiro homicídio, que se tem notícia, foi praticado por Caim porque desprezou o culto ao Senhor, (Gên. 4:8). O povo do Senhor desprezou a Palavra de seu Deus, daí a escravidão na Assíria e na Babilônia. Rejeitou a Própria pessoa de Jesus Cristo como vemos em (João 1:11) e assumindo moralmente a culpa pela morte inocente de Jesus Cristo, como lemos em (Mat. 27:25) “E, respondendo todo o povo, disse: O seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos”. Por isso perdeu mais tarde a pátria querida, vivendo por cerca de dois mil anos errante pelas nações até voltar para a Palestina em 1948, patenteado pela ONU. Hoje, se fala tanto de religião, mas se despreza os ensinamentos sublimes da Palavra de Deus. Querem as bênçãos do Senhor, mas não querem assumir um compromisso de verdade com o Deus das bênçãos. Não querem temer de maneira respeitosa a Javé. Não querem dar lugar em seus corações para o Senhor. Daí o Diabo deita e rola nas vidas dessas pessoas.

Por que que a terra está em crise?

2 – Porque a mundo jaz, está no maligno, (I Jo. 5:19)

A prova de que o mundo, no sentido de pessoas, e não geograficamente está no maligno, é que as pessoas, em geral, têm muito mais afinidade com as coisas terrenas, do que com as coisas celestiais; com as coisas materiais do que com as coisas espirituais. Mesmo aquelas que se dizem pertencer a Deus, têm vontade de fazer as coisas erradas, desejos de pecarem e até fazem as coisas erradas e pecam. Isso demonstra o quanto o inimigo de Deus tenta atingir ao Senhor através do povo DELE. Mas a escolha de estar no maligno ou em Deus é nossa, se queremos estar no mundo conduzidos por Satanás ou pelo o Senhor Deus. A Palavra de Deus alerta em (I João 2:15) “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele”. Faça a sua escolha acertada.

Por que que a terra está em crise?

3 – Porque Jesus Cristo não reina em todas as pessoas e plenamente.

O reino do Senhor Jesus Cristo ainda é parcial. Mas como fica o Reino de Jeová no mundo se é o Diabo quem está no comando? É que o Reino do Senhor existe de maneira invisível como o é o de Satanás. Ambos porém, para reinarem neste mundo, precisam do consentimento do ser humano, pois eles reinam em nossas vidas e através delas. Como a maioria da humanidade está distante do Senhor, portanto, fazendo a vontade de Lúcifer, o seu reino é muito mais visível através do império do mal, como vemos as guerras, a exploração, a injustiça, a violência, a corrupção, o uso indiscriminado de drogas, sequestros, prostituição, pedofilia e de perdição; do que o império do Senhor Jesus Cristo, que é o reinado de amor, de paz, de bondade, de justiça e de salvação. Além disso, o reinado de Jesus Cristo é parcial porque ainda não chegou o tempo DELE reinar absolutamente, o que virá no milênio que apocalipse diz. Reinará plenamente quando estiver exercendo o juízo sobre os rebeldes, só que para a maioria da humanidade será tarde demais. Jesus Cristo quer reinar em nossas vidas. Você deixará Ele reinar ou há de desprezá-lo?

Por que que a terra está em crise?

4 – Porque a terra carece de homens justos no poder. Há muita injustiça dos homens para com os homens. Justiça plena só quando Jesus Cristo subjugar a todos e reinar sobre todos no milênio, (AP. 20: 4), o que se cumprirá o que está escrito em (Rom. 14:17) que “Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo”. E (Atos 17:31) que Diz: “Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos”. A luz da Palavra de Deus somos realmente justos?

Por que que a terra está em crise?

5 – Porque há corrupção sistêmica e generalizada.

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Acessada em: 20/04/2017

Corrupção de princípios que deveriam balizar a sociedade. Por exemplo: O conceito de família. Corrupção da ética e da moral. A corrupção de caráter. As pessoas não tem mais vergonha de serem mau caráter, bandidas e marginais. A corrupção de valores. O que vale e tem valor, não é o que somos, mas o que temos na conta bancária. Não são os princípios que recebemos de nossos pais, isso é considerado como tabu, retrógado e atrasado, mas o novo que a mídia e as propagandas colocam, a nova moral.

As igrejas estão corrompidas. A fé e o Cristianismo estão corrompidos. A Bíblia, a Palavra de Deus, está sendo corrompida pelos pregadores. Se vendem bênçãos, perdão, prosperidade e salvação. Há uma confusão na mente das pessoas, principalmente das mais simples e sem estudos. As pessoas acham que porque usam textos da Bíblia, falam o nome de Deus, estão dizendo à verdade. Nem sempre. O Diabo quando tentou Jesus Cristo, Ele usou textos das escrituras, como vemos em (Mat. 4:3), quando Ele se referia ao (Sal. 78:16). Quando Ele fala em (Mat. 4:6), se referia ao (Sal. 91:11).

O Diabo perverteu, transtornou de tal maneira a mente do ser humano, que fez com que o Cristianismo, as igrejas, a fé cristã e a Bíblia não estejam a serviço do Senhor Jesus para transformar as vidas, mas a serviço dos homens. Os homens estão se servindo do Cristianismo, das igrejas, da fé cristã e da Bíblia para levarem vantagens, para benefício próprio e enriquecerem. Estão se enriquecendo por esses meios. Enquanto os homens enriquecessem-se as custas das religiões, das igrejas, do Cristianismo, da fé, da Bíblia e do Reino do Senhor, o Reino do Senhor Jesus Cristo empobrece mais e mais, em seu conteúdo e significado. O que tem norteado a nossa conduta, caráter, ética e moral?

Enquanto a terra está em crise e há tristeza, no Céu só há alegria, louvor, paz e os vitoriosos, (Ap. 19:10).

Por que que o Céu não está em crise?

1 – Porque o Senhor Deus não deixou a crise se instalar no Céu, (Ap. 12:7-9).

Quando ela começou, o Senhor se encarregou de eliminá-la. De expulsar o promotor da crise, que é Satanás. Houve guerra para isso. Quantas guerras temos que travar, conosco mesmos, para não deixarmos crises se instalarem em nossas vidas, famílias, ambiente de trabalho ou até mesmo nas igrejas porque nos deixamos enganar! Enganação essa que é constante. Queremos nos atrever em dizer, que crise não é coisa de Deus, mas de Lúcifer, ou pelo menos Ele usa e se aproveita das crises para fazer um estrago tremendo em nossas Igrejas, Famílias e vidas. Não deixe a crise se instalar em sua Igreja, em sua família e em sua vida.

Por que que o Céu não está em crise?

2 – Porque no Céu é lugar dos salvos verdadeiramente, (V.10).

Se na terra é lugar dos perdidos. Como perdidos nos referimos aqueles que andam por caminhos maus e sem Deus. Lugar dos imperfeitos e de tristeza. No Céu é o contrário. É lugar dos salvos pelo o Senhor Jesus, aqueles que acharam e foram achados por Jesus Cristo. É o lugar dos que foram aperfeiçoados em Jesus Cristo. É lugar de só alegria e felicidade. O acusador já não tem mais o que acusar, visto que os erros já foram perdoados pelo o Senhor. Encontrem Jesus Cristo e eliminem a maior parte das crises.

Por que que o Céu não está em crise?

3 – Porque no Céu é lugar dos que venceram e são vitoriosos; e também lugar da manifestação do poder, da autoridade máxima do Senhor, (V.10-11).

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Acessada em: 20/04/2017

A terra é lugar de muitos, mas muitos derrotados, o Céu é lugar dos vitoriosos em Cristo, porque em Cristo somos mais do que vencedores, como nos diz o Apóstolo Paulo em (Rom. 8:37), “Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou”; e em (I Cor. 15:57) “Mas graças a Deus que nos dá a vitória por nosso SENHOR Jesus Cristo”. Portanto, o Céu é lugar de vencedores. Lugar de derrotado é na terra. No céu só entra os vencedores. Os que venceram a si mesmos e ao inimigo de nossas almas. É lugar dos conquistadores. Conquista essa, não material, por força própria ou pela guerra, mas pela fé em Cristo Jesus, conquista o direito de desfrutarem a eternidade no Céu a destra de Deus Pai, porque é Cristo quem dá a vitória aqueles que desprendem-se até da vida e se prontificando a morrerem pela fé.

Por que que o Céu não está em crise?

4 – Porque no Céu é lugar de festa e regozijo, (V.12).

Quem está em crise não festeja, não regozija, tem pouca alegria e não é feliz. Veja o contraste do estado entre os que estão na terra e os que vão para o Céu. No Céu onde só há alegria, felicidade, paz e amor; já na terra há sofrimento, dor, tristeza, tribulações, ódio, guerra e infelicidade promovidas por Satanás. A palavra “ai”, que está no (V.12), no grego é: οὐαι (ouai) é uma interjeição que indica calamidade, dor e sofrimento que descreve muito bem a situação de quem está na terra. Na terra por causa da presença do Diabo, a antiga serpente ou dragão, há ira, cólera e ódio. E quanto ódio há nos corações manifestado nessa violência brutal! Isso porque o Diabo desceu do Céu para a terra e o grego traz a ideia de que desceu mesmo. No Céu é lugar de amor, misericórdia e felicidade plena e constante. É um regozijo permanente e sem fim. Já a palavra “habitais” do (V.12), indica no grego, não uma habitação temporária, mas, sim, a presença de Deus.

Se escolhemos o Céu, que possamos viver como cidadãos do Céu, enquanto aqui vivemos na terra, para que possamos adentrar no Céu de luz e glória, amém?

"A terra pranteia e se murcha; o mundo enfraquece e se murcha; enfraquecem os mais altos do povo da terra. Na verdade a terra está contaminada por causa dos seus moradores; porquanto têm transgredido as leis, mudado os estatutos, e quebrado a aliança eterna", (Isaías 24:4-5)

Bibliografia

1 – BOYER, Orlando S. Pequena Enciclopédia Bíblica. 7ª Ed. Editora Vida, Miami Flórida USA, 665 p.

2 - MOULTON, Harold K. Léxico Grego Analítico. Trad. Everton Aleva de Oliveira e Davi Miguel Manço. Ed. Cultura Cristã, 2007, São Paulo, 460 p.

3 - OLIVEIRA, Marcelo Ribeiro de. Bíblia Sagrada Versão Digital 6.7 Freewere. 2014. Disponível em: . Acesso em: 15 dez. 2014.

4 - RIENECKER, Fritz e Cleon Rogers. Chave Linguística do Novo Testamento Grego. Trad. De Gordon Chown e Júlio Paulo T. Zabatiero. 1985, Ed. Sociedade Religiosa Edições Vida Nova, São Paulo, 639 p.

5 - SCHOLZ, Vilson e Roberto G. Bratcher. Novo Testamento Interlinear Grego – Português. 1ª Edição. Barueri, SBB, 2008, 979 p.

O NATAL DE JESUS CRISTO DA HISTÓRIA NA HISTÓRIA

O NATAL DE JESUS CRISTO DA HISTÓRIA NA HISTÓRIA
Autor: Pastor Flávio da Cunha Guimarães

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Acessada em: 20/12/2016

Este post tem como objetivo, esclarecer os leitores, que Jesus Cristo não nasceu dia vinte e cinco de dezembro, como usualmente se comemora, pois nesse período é inverno rigoroso na Palestina e os pastores estariam recolhidos com os rebanhos em locais cobertos e fechados, como as baias e não estariam nos campos como descreve o Evangelho de Jesus Cristo, em que Lucas escreveu, (2:8-20). Se não podemos saber o dia de seu nascimento, pelo menos podemos achar aproximadamente o mês em que Ele nasceu. No entanto, o mais importante não é sabermos o dia do nascimento de Jesus Cristo, mas sabermos que Ele nasceu. E as provas de que Ele nasceu são vastas, tanto na ´Bíblia bem como a literatura secular. Isso basta e é o suficiente.

Partindo dos relatos bíblicos que estão adiantes, concluímos que o nascimento de Jesus Cristo se deu entre maio a julho de nosso calendário, portanto, no verão de Canaã.

Antes, porém, de tratarmos de quando Jesus Cristo nasceu, vejamos o Jesus Cristo da história. O Jesus da história começa em (Gên. 3:15). Jeová está falando da vinda de Jesus Cristo para derrotar a serpente que é o Diabo, (Ap. 12:9 e 20:2). Bem como o (Sal. 22:1,16 e 18) que é uma referência claríssima sobre Jesus Cristo que se cumpriu em sua crucificação, (Mat. 27:35, 46 e João 20:25). Em se tratando de (Isaías. 7:14) o que se cumpriu em (Mat. 1:23 e Luc. 1:27), bem como (Isaías. 9:6-7) está se falando de Jesus Cristo. Quando lemos (Zac. 9:9) retrata a entrada triunfal de Cristo em Jerusalém, o que se cumpriu literalmente em (Mat. 21:5-7). Jesus Cristo entrou em Jerusalém em um jumentinho porque era o animal que simbolizava a paz, assim como o cavalo era o símbolo da guerra.

Vimos acima o Jesus Cristo da história, agora queremos fazer uma abordagem do Jesus Cristo na história. Em (Luc. 1:26-38) o anjo anuncia a Maria que ela engravidará e dará à luz um filho, sendo ela ainda virgem, que se chamará de Jesus e será filho do Altíssimo, o que se cumpriu em (Luc. 2:1-7).

O Jesus Cristo na história fazendo história na vida das pessoas. Quando lemos (Luc. 2:8-20) encontramos os pastores tendo uma visão em que lhes aparece um anjo trazendo novas de grande alegria, louvores celestiais como os pastores que vão a Belém, voltam louvando e glorificando ao Senhor. Além disso, (Mat. 2:1-12) diz que uns magos saíram do Oriente para Jerusalém, para visitarem o Jesus que nascera como Rei dos judeus, trazendo presentes para um rei que era “ouro, incenso e mirra”. O Jesus Cristo na história nasce com o status de Rei, que é o cumprimento do (Sal. 132:11-12). O Jesus Cristo na história perturbou o rei Herodes e alvoroçou a cidade de Jerusalém com ele, o que é descrito em (Mat. 2:3). O Jesus Cristo na história atraiu e atrai multidões a Ele, o que Ele mesmo disse em (João 12:32) e o que descreve (Mat. 21:8-11). Quando admoestado pelos fariseus em (Luc. 19:39-40) que mandasse a multidão parar de louvar com entusiasmo e alegria, a resposta foi que se eles parassem, as pedras clamariam. O Jesus Cristo na história, alvoroçou a cidade inteira, além dos milhares que vieram de outras cidades e regiões, para a Festa da Páscoa. Ele foi capaz de mudar a rotina e dar outro rumo a festa ao ser crucificado, (Mat. 27:24; Luc. 23:18). O Jesus Cristo na história dividiu o calendário em antes e depois de Cristo, o que nenhum outro líder nascido na forma humana foi capaz de fazer.

A GERAÇÃO E O NASCIMENTO DE JESUS CRISTO DA HISTÓRIA NA HISTÓRIA

A fecundação se deu assim de acordo com os relatos bíblicos. Os sacerdotes serviam no templo, divididos em vinte e quatro turnos. Cada turno por uma semana. Zacarias estava no turno de Abias, (Luc. 1:5), a turma de Abias era a oitava semana conforme (I Cron. 24:10). O ano judaico religioso começava com a Páscoa no mês de Abibe ou Nisã (Êx. 23:15; Deut. 16:1; Neem. 2:1 e Et. 3:7), que corresponde os nossos meses de março-abril. A oitava semana se dava mais ou menos no meado de Abril. O mês que Isabel engravidou é incerto, mas de acordo com (Luc. 1:24) que fala “depois desses dias”, que eram os dias que Zacarias estava ministrando no templo e o anjo apareceu a ele anunciando o nascimento de João, o Batista. Dias no greto (ἡμέρας – hemeras), significa um dia, o intervalo entre o nascer e o pôr do sol. O intervalo de vinte e quatro horas, abrangendo dia e noite. Depois desses dias, são alguns dias e não alguns meses. Isso significa que não foi um período longo para Isabel engravidar. Portanto, Isabel engravidou ainda no mês de Abibe ou Nisã = (Março-Abril) nosso, ou no máximo no mês de Zive ou Ijar, (Abril-Maio) nosso. Se contarmos os meses de Abibe, Zive, Sivã, Tamuz, Abe o sexto se dará no mês de Elul = Agosto-Setembro nosso. Se contarmos a partir do mês de Zive, Sivã, Tamuz, Abe, Elul o sexto mês se dará em Etanim, que corresponde Setembro-Outubro nosso. Se Maria engravidou seis meses após a gravidez de Isabel, (Luc. 1:26,36) sua prima, o que se dará no mês de Elul ou Etanim que são os meses de (Agosto-Setembro ou Setembro-Outubro) nosso. Se contarmos nove meses a partir de Elul = Agosto-Setembro, logo, nove meses após, ou seja, o nascimento de Jesus Cristo se deu no mês de Sivã = Maio-Junho nosso. Se contarmos os nove meses a partir do mês de Etanim = Setembro-Outubro nosso, o nascimento do Senhor Jesus Cristo se deu no mês de Tamuz = Junho-Julho nosso. Então, o Senhor Jesus nasceu no final da primavera ou início do verão em pleno calor de Canaã e no final de nosso outono para o início do inverno.

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Disponível em: https://www.google.com.br/search?q=simbolos+de+natal&newwindow=1&espv=2&biw=1517&bih=708&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0ahUKEwiY1bSF54PRAhUT22MKHf9IBrkQsAQIJw#imgrc=_

Acessada em: 20/12/2016

Apesar que as pessoas, de um modo geral, se preocupam mais com o dia do nascimento do Senhor Jesus, do que com o mês e o ano. Todavia, o ano do nascimento de Cristo que foi estabelecido, está errado mais ou menos de quatro a seis anos antes de Cristo. Pelos estudos sobre a morte de Herodes, o Grande; o Eclipse lunar que ocorreu em doze ou treze de março do ano 750 da fundação de Roma; a data que o Monge Dionísio Exíguo já no sexto século d C, encarregado pelo papa João I (470-526) para compilar o calendário cristão para a Páscoa. Naquele tempo a data era calculada com base no Calendário juliano e a contagem era feita a partir do início do reinado do Imperador romano Caio Aurélio Valério Diocleciano, um perseguidor ferrenho dos cristãos. Ele governou cerca de 284 a 305 d C. Para achar o ano zero do nascimento de Cristo, podemos dizer que ele errou por 4 a 6 anos aproximadamente porque não observou que o Imperador CAIO JÚLIO CÉSAR OTÁVIO AUGUSTO, que reinou de 43 a C a 14 d C e reinou absoluto de 27 a C a 14 d C. Em seu reinado é que nasceu o Senhor Jesus Cristo. TIBÉRIO CLÁUDIO NERO, seu filho que o substituiu, reinou de 14 a 37 d C, portanto, em seu reinado aconteceu a crucificação do Senhor Jesus. Só que ele começou a reinar quatro anos antes da morte do pai, pois ficara enfermo e Dionísio Exíguo, baseou a data na morte do imperador para o início do reinado do filho. O papa Gregório XIII (1502-1585) não satisfeito ainda com o calendário existente em seus dias, fez com que “convocasse o jesuíta e matemático germânico Christoph Clavius (1537-1612) para verificar e corrigir os cálculos do calendário cristão/juliano, criando então o nosso atual calendário, também chamado de calendário gregoriano (1582), destinado a corrigir o calendário juliano/cristão, que então acumulava uma diferença de dez dias. No final do século XIX, quando a contagem cronológica da História pelo sistema Dionísio Exíguo já estava difundida e uniformizada pelo mundo, descobriu-se um erro de cálculo de 4 a 6 anos para trás. Como parece ser fidedigna a data da morte de Herodes (4 a. C.) na contagem gregoriana, alguns historiadores afirmam que Jesus, seguramente, nasceu antes desta data, e frequentemente são encontrados textos dando como data do nascimento do fundador do cristianismo dois anos antes (6 a. C.)”, Autor? Disponível em: http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias/DionisiM.html. Acessado em: 16/12/2016. O ano provável do nascimento de Cristo, de acordo com o calendário de fundação de Roma, é 746 a 749. Jesus nasceu no final da primavera ou verão de Canaã de 746 a 749, no ano 4 ou 5 a C. Isto é, antes do ano zero que estabeleceu. Portanto, o nosso calendário não é 2016, mas 2020 ou 2021.

Ainda que o Evangelho de Jesus Cristo que Lucas escreveu, (Luc. 2:2) diz que foi o primeiro recenseamento, o que é um acréscimo aos originais, o que incluiu o acréscimo pode ter se equivocado, pois à história secular e os escritores pagãos afirmam que houve três recenseamentos nos anos de: 726, 746, e 767 de Fundação de Roma. Quirino governou a Síria por duas vezes, o primeiro governo foi de 10 a 7 a C, quando se deu o primeiro recenseamento. O segundo reinado foi no ano 5 d C quando decretou o pagamento dos impostos, daí o recenseamento. Logo, foi em seu segundo reinado que Jesus Cristo nasceu.

Esclarecido, pois, os assuntos obscuros acima, passemos a considerar que a maior parte dos cristãos se interessa mais pelo dia do nascimento de Jesus do que pelo ano. Não é possível determinar com certeza o dia, o mês e o ano de seu nascimento; mas com certeza não é dia 25 de Dezembro, pois é inverno muito rigoroso na Palestina e os pastores não estariam em campo aberto ou nas montanhas à noite com os rebanhos, pelo contrário, os rebanhos estariam encurralados no período de novembro a março. Há várias datas sugeridas pelos autores antigos: Clemente de Alexandria que nasceu cerca de 150 d C e morreu cerca de 215-217 d C, diz que é vinte de maio. Tertuliano que viveu entre 160 a 220 d C, a coloca vinte de abril. Watson e Allen dizem que se fosse possível afirmar uma data do nascimento de Jesus Cristo, seria no verão ou no início de outono de 749 do calendário romano, data essa que estamos de acordo. WATSON e ELLEN, 1979, P. 231-234)

Lucas conta à história do nascimento de Cristo da perspectiva de Maria, o Filho de Deus da linhagem do rei Davi. Mateus tem o propósito apologético ao relatar o nascimento de Jesus. Ele queria amenizar a calúnia judaica de que Jesus Cristo nascera como filho ilegítimo, (Jo. 8:41). Mateus quer mostrar o cumprimento da profecia de Isaías acerca do nascimento virginal, o que Maria não continuou virgem para sempre, (Mat. 1:25; Luc. 2:7; Mar. 3:31-32; Mat. 13:55-56; Atos 1:14 e Gál. 1:19), com o devido esclarecimento. Quando a Bíblia usa a palavra “Unigênito”, Ela se refere a Jesus Cristo como o Único filho de Deus. Quando Ela usa a palavra “primogênito”, Ela está se referindo o primeiro filho de vários outros filhos. É o caso de (Mat. 1:25; Luc. 2:7; Rom. 8:29 e Heb. 11:28). Para isso conferimos o que dizem (João 1:14,18; 3:16,18; Heb. 11:17 e I João 4:9).

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Acessada em: 20/12/2016

Os Magos ou sábios do Oriente, (Mat. 2:1) talvez fossem astrólogos Persas ou indianos, visto que vieram do oriente. Eram três? A Bíblia não diz. Eram mais do que um, mas não se sabe quantos. Diz à tradição que eram três: Gaspar, Melchior e Baltazar. Cada um trouxe um presente: Ouro, Incenso e Mirra para o Rei. Quanto à estrela dizem ser uma conjunção de Saturno e Júpiter. Outros dizem ser um cometa. Nós, porém, preferimos crer que foi um fenômeno sobrenatural.

O mais importante não é sabermos o dia, o mês e o ano em que Jesus Cristo nasceu, mas sabermos que Ele nasceu. Tanto é verdade que Ele nasceu que o Jesus Cristo da história na história, não só mudou a história da humanidade. O calendário. Algumas nações. Mas o principal é que Ele mudou a história da vida de milhões e milhões de pessoas no decorrer dos séculos. Ele mudou a história de minha vida de um pecador condenado para um pecador redimido pelo seu precioso sangue, (I João 1:7), amém!

Bibliografia

1 – BOYER, Orlando S. Pequena Enciclopédia Bíblica. 7ª Ed. Editora Vida, Miami Flórida USA, 665 p.

2 – CHAMPLIN, Russell Norman. Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia. Vol. I. Ed. Hagnos, 9ª Ed. São Paulo, 2008, 1039 P, P. 596-600.

3 – _______________________. Vol. II. Ed. Hagnos, 9ª Ed. São Paulo, 2008, 995 p, p. 718-721.

4 – MOULTON, Harold K. Léxico Grego Analítico. Trad. Everton Aleva de Oliveira e Davi Miguel Manço. Ed. Cultura Cristã, São Paulo, 2007, 460 p.

5 – SCHOLZ, Vilson e Roberto G. Bratcher. Novo Testamento Interlinear Grego – Português. 1ª Ed. Barueri, SBB, 2008, 979 p.

6- WATSON, S. L. e William Edson Allen. Harmonia dos Evangelhos. Revisado por William Edson Allen e A. Ben Oliver. 5ª Ed. Rio de Janeiro, JUERP, 1979, 267 p.

SÁBIOS CONSELHOS

SÁBIOS CONSELHOS
Autor: Pr Flávio da Cunha Guimarães
Imagem do Google. Disponível em: https://www.google.com.br/search?q=Conselheiro+Crist%C3%A3o&newwindow=1&espv=2&biw=1517&bih=708&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwjPo6buyZfRAhXBI5AKHb3eA5QQ_AUIBygC#imgrc=_ Acessada em: 28/12/2016. Diz o adágio popular que “conselhos se prestassem não se dava, mas se cobraria”. É um adágio que criaram como forma de se dizer que não se deve meter na vida dos outros. Que não devemos nos meter na vida dos outros, isso é válido, mas que nós de um modo geral precisamos de conselhos, isso é verdadeiro e necessário. O que dizer daqueles que frequentam os consultórios de psicólogos, de psicanalistas, de consultoria, de terapeutas de famílias, pais e mães de santos, médiuns e etc? Estão pagando por conselhos em que não estão nem percebendo. Existem os conselhos maus em que vem diretamente do trono de Satanás, e há aqueles que são bons e que vem diretamente do trono do Senhor Deus. A escolha é nossa. A bíblia, como Palavra de Deus para nós, está cheia de excelentes conselhos. É o caso do texto a seguir.

Em (Tia. 5:7-11) diz: “Sede pois, irmãos, pacientes até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba a chuva temporã e serôdia. Sede vós também pacientes, fortalecei os vossos corações; porque já a vinda do Senhor está próxima. Irmãos, não vos queixeis uns contra os outros, para que não sejais condenados. Eis que o juiz está à porta. Meus irmãos, tomai por exemplo de aflição e paciência os profetas que falaram em nome do Senhor. Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó, e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso” (1).

Todas as pessoas que exerceram cargos importantes, como reis e governantes, no decorrer dos séculos, foram cercados de conselheiros para tomarem as decisões certas e justas. Mas os melhores conselhos ainda vem da Palavra do bom Deus. Mas nos dias atuais as pessoas estão tomando as suas decisões sem os devidos conselhos das pessoas mais experientes, sábias, dos pais e principalmente do Senhor Deus. Daí tantas pessoas fracassadas nos negócios, economicamente, sentimentalmente, separadas, com o relacionamento conjugal aos cacos, com vidas feridas, machucadas e desiludidas, porque não querem ser humildes para pedirem ou aceitarem conselhos em algumas áreas da vida. Todavia, quando se trata de futebol, de religião e de política quase todos tem conselhos, opiniões e palpite para darem.

Em se falando de conselhos, existem os conselheiros políticos, financeiros, sentimentais, matrimoniais, espirituais e os infernais. O que quero dizer com isso? Que dependendo do conselho, em colocando em prática, a nossa vida vira um inferno. Portanto, cuidado com os conselhos dos gurus de plantão que dão conselhos como forma de arrancarem o seu, o meu, o nosso dinheiro. Existem conselhos para o bem como para o mal. Pessoais, impessoais, falado ou escritos. Hoje, queremos conversar com você, sobre: Sábios Conselhos. Portanto, cuidado com os conselhos que dá e que recebe. Existem conselhos para o bem como para o mal.

Há determinados momentos, em nossas vidas, ou certas decisões que um bom conselho faz muito bem para tomarmos a decisão acertada. Todavia, as pessoas, de um modo geral, tem certa dificuldades, certa resistência em admitirem que precisa de um conselho, seja por timidez, orgulho, autossuficiência ou por não confiarem nas pessoas ao seu redor. Por outro lado, há também aquelas pessoas que dão péssimos conselhos, que tem um poder de destruição da felicidade, dos sonhos, as vezes, até da própria vida da pessoa aconselhada. Entretanto, ainda há as pessoas que dão bons conselhos, conselhos que trazem edificação para as vidas desorientadas, mas nenhum conselho humano será igual ou superior aos conselhos que o Senhor Jesus Cristo dá em sua Palavra. Todos os conselhos que vem da Palavra do Senhor são sábios, bons, certos e edificantes porque vem do coração de Deus para os nossos corações.

O PRIMEIRO SÁBIO CONSELHO QUE VEM DO TEXTO LIDO EM TIAGO É: “Sede pacientes”, (V. 7).

I - O verbo sede pacientes está no imperativo. Portanto, é uma ordem. É obedecer ou obedecer, pois não há outra alternativa a não ser, ser paciente. A pergunta é: 1 - Como sermos pacientes se somos provocados e provados a todos os momentos? Pessoas que varrem o lixo colocando-o em frente de nossas casas, calçadas ou na esquina. Pessoas que passam na rua pela madrugada fazendo a maior algazarra, xingando palavrões atrapalhando o nosso sono. Carros e motos com escapamentos estourados fazendo um barulho infernal. Vizinhos com som altíssimo pela madrugada atrapalhando o nosso sono que temos que acordar cedo para trabalharmos no outro dia. As pessoas debocham e zombam de nossa fé, chamando-nos de “irmãos”, “dizendo a paz do Senhor, irmão(a)”, “amém” e etc. Você tem passado por isso? A recomendação bíblica é para que tenhamos paciência. 2 - Como ter paciência se vivemos em um mundo que as coisas mudam em questão de meses? Uma vida agitada e louca! Trabalho, família, lazer, compromissos sociais e etc. De maneira que o dia de 24h se torna pequeno. Temos que tomarmos decisões rápidas. Não vemos o tempo passar. O tempo passa por nós e rápido. O ano começa, quando percebemos já está chegando ao final. Este mundo louco causa ansiedade, neurose e estresse nas pessoas, fazendo com que queiramos tudo num estralar de dedo, aqui, agora e para ontem. É por isso que passamos por cima da própria vontade, da vontade dos outras; e o pior, passamos por cima da vontade soberana de nosso Senhor Jesus. Com um agravante: Nessa correria, não temos tempo para Deus, não temos tempo para a família e para nós mesmos, para avaliarmos as decisões, suas consequências e os conceitos do que é certo ou errado. O conceito que se tem é que tudo é relativo. Tem aquelas coisas que realmente são relativas, mas existem as absolutas e são essas que devem ter valor para nós. Daí aceitamos como parâmetros morais, éticos e comportamentais o que a sociedade oferece e são relativos, o que o Senhor Jesus reprova, como podemos ler na Palavra de Deus que diz em (I João 5:19) “Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno”. No entanto, o Senhor Jesus não quer que vivamos na relatividade. Ele nos chama para assumirmos posição. Exemplos claros. Em (Mat. 12:30) "Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha". Em (Mat. 5:37) "Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna". E em (Mat. 16:24) “Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me” (2). Isso é mais do que absoluto.

II - Diante deste turbilhão de coisas para fazermos, a ansiedade e as emoções a flor da pele, nos relacionamos mal com as pessoas, enfraquecemos os laços familiares; enfraquecemos espiritual; não temos tempo para avaliar as decisões e suas consequências. É por isso que há tanta gente embaraçada na vida, arrependida do que fez, todavia, tarde demais para consertar, a não ser, ter paciência para aprender a viver e conviver com a situação adversa. Este é o conselho bíblico. Ainda com mais um exemplo: O do lavrador ou agricultor que semeia esperando a chuva para ver o resultado e o produto de seu trabalho. Com um detalhe, o agricultor experiente, que entende, não semeia de qualquer maneira, em qualquer tempo. Ele sabe o tempo de semear a sua semente. Que saibamos tomar as nossas decisões certas, no tempo certo, tendo a paciência principalmente para sabermos qual é o tempo de Deus, para depois não ficarmos lamentando e chorando pela dor de uma decisão precipitada. Como precisamos ser pacientes diante das provocações!

III – Diz o texto que a paciência é até a volta do Senhor. Por que a Palavra do bom Deus delimita o tempo da paciência? Até a vinda do Senhor? Vamos entender o que o autor está querendo dizer. É que os salvos do início do Cristianismo esperavam a volta do Senhor Jesus Cristo para aqueles dias. Mas Jesus não voltou até aos nossos dias e as pessoas estavam impacientes, não só quanto a volta do Senhor Jesus com também a impaciência para com as perseguições aos cristão que já estava em curso. Todavia, isso não altera em nada a autoridade e a verdade do texto, visto que o tempo do verbo além de ser um imperativo, tem o sentido também de uma ação continua. O aoristo da língua original, o grego, dá o sentido: Sede pacientes e continuem sendo pacientes. Se é até a volta do Senhor, logo, se o Senhor ainda não voltou, devemos continuar sendo pacientes. Apesar do texto não dizer, mas está implícito que se Jesus Cristo ainda não voltou, mas as pessoas partem desta vida antes da vinda, para encontrarem o Senhor. Tanto é verdade que a palavra no grego (παρουσίας – parousia), que vem de outra palavra grega que é (πάρειμι – pareimi), que fala da volta do Senhor Jesus como estar presente fisicamente já que Ele se faz presente espiritualmente através do Espírito Santo. “venho”, “compareço diante”, “estou aqui”, “estou chegando”. A “vinda”, a “chegada” e o “advento” do Senhor Jesus, o que dizem (TAYLOR, 1980, P.163 (3) e MOULTON, 2007, P. 319) (4). A impaciência é a demonstração de que não estamos preparados para o encontro com o Senhor Jesus e que a nossa fé ainda precisa ser exercida verdadeiramente. Vamos exercer a paciência para o nosso bem e dos demais?

O SEGUNDO SÁBIO CONSELHO QUE VEM DO TEXTO LIDO EM TIAGO É: “fortalecei os vossos corações” o que está no (V.8).

Tiago estava querendo dizer o que com esta frase? “Fortalecei os vossos corações”? Para o Dicionário Aurélio online, fortalecer é tornar forte; fortalecer o ânimo. A Igreja primitiva com a demora da volta do Senhor e a perseguição em curso, o povo além de impaciente estava enfraquecendo no ânimo, no entusiasmo e no encorajamento. Daí o apelo do escritor para que o povo pudesse robustecer-se física, moral e espiritualmente. É o que o povo brasileiro está precisando no presente momento, fortalecer moralmente e por que não dizer espiritualmente! Tiago não está falando de fortalecimento físico, através de academia, de anabolizantes, aqueles medicamentos para criar massa muscular. Tiago está se referindo ao fortalecimento do ponto de vista de convicção religiosa, de fé, de esperança e de um compromisso com o Senhor Jesus Cristo. Um fortalecimento doutrinária para não serem levianos ou levianas, serem enganados ou presas fáceis de grupos que ensinam heresias tremendas, que há em nossa sociedade, que negam a Jesus Cristo como sendo Deus e o único salvador do ser humano. Tiago está falando e ensinando o fortalecimento em conhecer mais a Deus e sua vontade para as nossas vidas. O fortalecimento no relacionamento mais íntimo com o Senhor Jesus. E o fortalecimento da nossa comunhão com Senhor e com os irmãos. Tiago ao olhar para a igreja de Jesus Cristo de seus dias, já via sinais de enfraquecimento nestas áreas. O que leva-o a exortar a igreja para se fortalecer. O que ele diria hoje? O mesmo: Fortalecei os vossos corações. Quando estamos fracos fisicamente, para fortalecermos precisamos de que? Precisamos de comida, de tratamento e de medicamento. Quando estamos fracos espiritualmente, precisamos de que para fortalecermos? Precisamos de alimento espiritual, de Bíblia, de doutrina e de fé. Quando a igreja está fraca espiritual, na doutrina e na fé, ela perde o rumo, o senso e o vigor espiritual, o que é primordial para a igreja. Daí vem as queixas, as reclamações, as divisões e etc. É neste contexto que abordamos...

O TERCEIRO SÁBIO CONSELHO DO TEXTO DE TIAGO É: “não vos queixeis uns contra os outros”.

O que é queixa? São reclamações. Lamentações. E intrigas que levam a brigas e divisões. O que a igreja nos dias de Tiago já sabia que este comportamento traz condenação, o que ele não queria para a igreja, (Lev. 19:16). Prov. 11:13 “O mexeriqueiro revela o segredo, mas o fiel de espírito o mantém em oculto”. Exemplos bíblicos: O povo hebreu ao queixar-se, ao reclamar, ao murmurar no deserto contra Moisés e o Senhor Deus quando saiu do Egito, o Senhor o puniu com a morte. É o que lemos em (Num. 11:1). A queixa é um ato de insubmissão, de rebelião, de descontentamento e insatisfação que pode ser injusta e por motivos irreais. Temos como exemplo o caso de Miriã e Arão, o que levou o Senhor Deus a discipliná-los, ficando ela leprosa fora do convívio social até a sua cura, (Num.12:10).

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Tiago apela para que tenhamos paciência. Paciência é a palavra principal deste texto. Ele usa os exemplos dos profetas e de Jó, que foram pacientes diante das adversidades; que se fortaleceram no Senhor Deus; que não queixaram e Jó foi recompensado em dobro em tudo o que perdeu. Sejamos nós também pacientes ainda que as decisões sejam drásticas. Ainda que sejam duras. Vamos assumir o propósito de sermos pacientes mesmo nas provações.

"Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo", (II Coríntios 10:5).

Citações bibliográficas:

(1) – OLIVEIRA, Marcelo Ribeiro de. Bíblia Sagrada Versão Digital 6.7 Freewere. 2014. Disponível em: . Acesso em: 15 dez. 2014.

(2) – Idem.

(3) – TAYLOR, William Carey. Introdução ao Estudo do Novo Testamento Grego: Dicionário. 6ª Edição. Rio de Janeiro, JUERP, 1980, 247 p. p. 163.

(4) – MOULTON, Harold K. Léxico Grego Analítico. Trad. Everton Aleva de Oliveira e Davi Miguel Manço. Ed. Cultura Cristã, 2007, São Paulo, 460 p. p. 319.

Bibliografia:

1 – BOYER, Orlando S. Pequena Enciclopédia Bíblica. 7ª Ed. Editora Vida, Miami Flórida USA, 665 p.

2 – JUNIOR, Luder Whitlock. Bíblia de Estudo de Genebra. São Paulo e Barueri. Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999, 1728 p.

3 – MOULTON, Harold K. Léxico Grego Analítico. Trad. Everton Aleva de Oliveira e Davi Miguel Manço. Ed. Cultura Cristã, 2007, São Paulo, 460 p.

4 – OLIVEIRA, Marcelo Ribeiro de. Bíblia Sagrada Versão Digital 6.7 Freewere. 2014. Disponível em: . Acesso em: 15 dez. 2014.

5 – RIENECKER, Fritz e Cleon Rogers. Chave Linguística do Novo Testamento Grego. Trad. De Gordon Chown e Júlio Paulo T. Zabatiero. 1985, Ed. Sociedade Religiosa Edições Vida Nova, São Paulo, 639 p.

6 – SCHOLZ, Vilson e Roberto G. Bratcher. Novo Testamento Interlinear Grego – Português. 1ª Edição. Barueri, SBB, 2008, 979 p.

7 – SHEDD, Russell Philip. Bíblia Vida Nova. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Editora: S. R. Edições Vida Nova, 2ª Ed. São Paulo, 1978, 309 p.

8 – TAYLOR, William Carey. Introdução ao Estudo do Novo Testamento Grego: Dicionário. 6ª Edição. Rio de Janeiro, JUERP, 1980, 247 p.

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