maio 14, 2019

POR QUE GEMEMOS?

POR QUE GEMEMOS?
Groaning is the universal language for the most varied kinds of sufferings, as well as the words grinding of teeth and the ai. Behind the moaning, gnashing, and woe is the physical pain caused by infirmities and accidents, as well as the moaning, gnashing of teeth and souls caused by the sadness and anguish arising from ill-treatment as a consequence of sufferers or others. Mothers, for example, suffer and groan in their souls, sometimes silently, because of their children dominated and immersed in addictions, especially in drugs. But there are also moans provoked by pleasure, orgasm. However...

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Acessado em: 14/05/2019

O gemido é a linguagem universal para os mais variados tipos de sofrimentos, bem como as palavras ranger de dentes e o ai. Por trás do gemido, do ranger de dentes e o ai, está a dor física causada pelas enfermidades e acidentes, bem como os gemidos, o ranger de dentes e os ais da alma causados pela tristeza e angústia advindas dos maus tratos, como consequência do sofrimento próprio ou de terceiros. As mães, por exemplo, sofrem e gemem na alma, em silêncio, às vezes, por causa dos filhos dominados e mergulhados nos vícios, principalmente nas drogas. Mas há também os gemidos provocados pelo prazer, o orgasmo. No entanto, este último não é o nosso objetivo tratar neste post. O que a Bíblia fala de gemidos? Ela fala em vários textos em diversas situações, o que veremos a seguir.

Por que gememos?

Gememos por que adoecemos e sofremos. A pergunta lógica a seguir seria a seguinte: Por que adoecemos? Adoecemos por “N” razões. Porque somos humanos, somos seres viventes, pecadores e o pecado concebe o mal e a morte. Fazemos escolhas erradas na vida, insistimos em práticas que são proibidas e em atitudes inconvenientes para o bem-viver.

Os gemidos são resultados de sofrimento diante da dor física e da alma, como o sofrimento pós morte de um ente querido que podem ser acompanhados de lágrimas. Todavia, a Bíblia fala do sofrimento, pós morte, para os perdidos sem salvação, por escolherem ignorar a Deus enquanto aqui viveram e não quiseram dar glórias a Ele, que é o sofrimento no Inferno, o que muitos não creem nem na existência dele, por isso não sabem que lá haverá ranger de dentes, Mat. 8:12; 13:42 e 22:13. Os humanos gemeram, gemem e gemerão eternamente.

Há pelo menos 22 textos na Bíblia, de Êxodo ao Apocalipse, que falam de gemidos em situações diversas. O gemido do povo de Deus no Egito diante do trabalho forçado, excessivo e espancamentos sofridos pelos capatazes de Faraó e diante da vergonha e sofrimento na escravidão na Babilônia no sexto e quinto séculos a C. Fala do gemido de Jó em sua enfermidade e na dor de perder a família em peso. O gemido pela culpa e peso de consciência diante dos erros e pecados cometidos que o caso do salmista. O gemido dos pastores diante da incredulidade, apostasia e falta de amor das ovelhas para com os pastores na liderança das igrejas. E o gemido do Espírito Santo ao interceder pelos pecadores diante de Deus Pai.

Os gemidos podem ser provocados por fatores internos ou externos. Internos e externos simultaneamente diante de ações que a pessoa é ativa ou passiva.

FATORES INTERNOS ATIVOS:

Nós como sujeitos ativos provocadores da ação, tanto em nós mesmos como em outrem, que levam-nos aos gemidos em que procuramos com as nossas próprias mãos. O que podemos chamá-los de voluntários ou involuntários. Conscientes ou inconscientes. Intencional ou não intencional. Tendo conhecimento ou por ignorância, mas que as motivações, às vezes são os ressentimentos, ódio e vingança são. Sofrimentos e gemidos que nós angariamos, permitimos e deixamos fazer parte de nossas vidas, por causa de nossas ações, decisões e escolhas erradas, ou na falta delas. Sofrimentos e gemidos por causa de nossos pecados, erros, decisões impensadas, precipitadas, loucas que tomamos na vida. E quantas decisões erradas tomamos na vida por teimosia, rebeldia sem causa, orgulho, desobediência e por falta de humildade! Quantas decisões que nos levam a tomarmos outras decisões para consertarmos as anteriores, que são difíceis de serem tomadas, entretanto, necessárias para interrompermos os sofrimentos e gemidos das decisões erradas iniciais, todavia, não livram-nos da dor e dos gemidos e suas consequências. Podendo, apenas, interromper os gemidos iniciais para que não eternizem em nossas vidas. Por exemplo: A decisão de casarmos com a pessoa errada que nos faz sofrer e gemermos longos anos e como pessoas sofrem e gemem em casamentos desastrosos! Depois as pessoas tomam as decisões de separarem para corrigirem as decisões erradas lá atrás! São decisões difíceis, que interrompem os gemidos iniciais, mas que podem produzir sofrimentos e gemidos pelo resto da vida em si mesmos e nos filhos, pais e familiares.

Quanto sofrimento, dor, peso de consciência, gemidos por decisões e coisas erradas que fizemos e estamos fazendo, ou porque deixamos de fazer? Mas que poderíamos evitar! É o caso do texto de Deut. 30:15,19: “Vês aqui, hoje te tenho proposto a vida e a morte, o bem e o mal; (ordem mudada por nós); [...] Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência”.

O que o povo chamado de Deus escolheu diante da proposta do Senhor acima, que trouxe sofrimento, gemidos, maldição e morte? O povo escolheu abandonar a Jeová, os seus mandamentos, seus estatutos, ser desobediente e rebelde sem causa. Escolheu o mal, a maldição, a morte e a disciplina de Deus! Ao escolher o mal, a maldição, a morte e a disciplina do Senhor, o povo estava escolhendo a dor, o sofrimento e o gemer!

Mas poderia ter escolhido a bênção e a vida. Teve a oportunidade de escolher o certo. Foi proposto pelo Próprio Deus o certo e o melhor. Se tivesse feito a escolha certa, não teria sofrido e gemido nas escravidões para que fosse corrigido! Não teria se afastado da presença do Senhor, suas vidas, e ficado sem a proteção de Deus. Vejamos o que o Senhor Deus diz ao profeta Isaías 66: 4,24, mais tarde acerca de seu povo. “Também eu escolherei as suas calamidades, farei vir sobre eles os seus temores; porquanto clamei e ninguém respondeu, falei e não escutaram; mas fizeram o que era mau aos meus olhos, e escolheram aquilo em que eu não tinha prazer. [...] E sairão, e verão os cadáveres dos homens que prevaricaram contra mim; porque o seu verme nunca morrerá, nem o seu fogo se apagará; e serão um horror a toda a carne”.

É um texto de relato muito forte e mensagem pesada. O texto fala do juízo de Deus. Se estavam debaixo do juízo de Deus é porque cometera alguma falta ou pecado. O texto fala de fogo. Fogo no hebraico, diz Harris, (2008), p. 772, (לָהַט – LAHAT), tem o sentido de queimar literalmente e descreve o juízo divino, dependendo do contexto bíblico. O significado é o mesmo tanto na língua acadiana como no aramaico. Esta última, o sentido é queimar totalmente.

Crabtree, Vol. II, (1967), p. 396, afirma que essa palavra se refere aos apóstatas, aos infiéis, aos rebeldes sem causa, aos que escolheram não ser salvos porque resistiam, resistem e resistirão as revelações das verdades divinas, esses enfrentarão a justiça, o juízo e o julgamento do Deus justo, o que é confirmado em Jer. 7:31; Dan. 12:2 e Mar. 9:47-49.

Se não houver conversão, não há outra alternativa para tal espécie de pessoas, a não ser o juízo condenatório do Senhor. É por isso que Jeová espera, sem se cansar, pelo o arrependimento dos pecadores não redimidos pelo sangue do cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, Isaías 66:22-24 e João 1:29. Em não havendo arrependimento, não há salvação para o pedido e não havendo salvação, haverá condenação e sofrimento eterno. Em sendo condenado, ele(a) perde direitos. Quais direitos?

1 – O direito de ir e vir – a liberdade de certas decisões por si mesmo. 2 – O direito de gozar do melhor que a vida lhe possa oferecer, liberdade. 3 – O direito de uma vida digna, em pleno gozo de todos os direitos que ela lhe garante. E 4 – Perde o direito de uma assistência divina que lhe assegure a proteção.

O condenado fica um tanto abandonado como consequência de seu isolamento de Deus, porque Deus não abandona ninguém. Nós é que o abandonamos! Quando clamamos a Ele, Ele nos ouve. O Senhor ouviu o clamor do povo e foi ao se encontro para socorrê-lo. Javé lutou pelo seu povo que gemia. Providenciou a libertação e uma libertação grandiosa.

DEUS É O MESMO!

De igual modo, Deus está ouvindo o nosso clamor! Se não está ouvindo, talvez seja porque nós não estamos clamando. Clame ao Senhor! Deus está lutando por nós! Deus está providenciando socorro, ainda que não vemos e nem percebemos! Nós não estamos só!

Quando escolhemos o certo, a possibilidade de sofrimento e de gemermos é muito, mas muito menor! O que é certo? O certo para a sociedade moderna é bastante relativo, pois depende de raça, costumes, cultura, práticas e religiosidade. Mas uma coisa não podemos negar o certo é sempre do ponto de vista de Deus e nunca do homem. Dica o certo é não fazermos as mesmas escolhas que o povo de Israel fez e que o povo hoje está fazendo, ignorando a Deus, sua vontade e sua Palavra. As pessoas, em nossos dias, estão escolhendo mal e errados, por não escolherem a salvação em Jesus. Essa reflexão é para que você não escolha o sofrimento e os gemidos!

AINDA FALANDO DE FATORES SIMULTÂNEOS:

Fatores voluntários e involuntários. Conscientes e inconscientes. Intencionais e não intencionais. Em pleno conhecimento e por ignorância. Ativos e passivos. Dentro dessa linha de pensamento:

1 – Podemos citar os acidentes de carros para ilustrarmos isso. Ninguém bete o carro porque quer. Mas assume o risco dependendo de como está dirigindo. Neste caso: Queremos cometer o acidente? Não! Então ele é involuntário. Tínhamos consciência ao provocarmos o acidente? Nem sempre! Então foi inconsciente. Foi intencional, de propósito? Não! Então não foi intencional. Sabíamos e tínhamos conhecimento que íamos cometer o acidente? Não! Então foi por ignorância? Talvez! Pode acontecer por falta de manutenção e revisão do veículo. Por falta de atenção e imprudência do motorista! Daí depreende-se que quem comente o acidente, pratica e sofre a ação? Sim! Então a pessoa é ativa e passiva. Sofrerá e causará a dor, os sofrimentos e os gemidos.

2 – Podemos considerar também que os sofrimentos e gemidos podem ser o resultado de ação tanto passiva como ativa, dependo de escolhas pessoais ou escolhas de outrem. Quando deixamos de escolher, de fazermos o que é certo e o que tem que ser feito, como ficou dito acima, é uma ação ativa e passiva. A ação passiva é quando alguém impõe o sofrimento e os gemidos sobre nós. Ou quando sabemos o que fazer, mas não fazemos e daí vem as consequências. Diz Harris, (2008), p. 1442, quando se rejeita deliberadamente a Deus, Isaías 1:14, para dar lugar a sua própria vontade, que poderá ser a vontade do adversário, abre-se portas para todos os tipos de pecados, fazendo com que os corações perversos e criminosos pratiquem crimes contra si mesmos.

3 – Podemos citar, ainda, a eternidade com ou sem Deus. A Bíblia é muito clara ao falar do Inferno como o lugar onde haverá gemidos das almas e ranger de dentes, e ninguém os ouvirá! Mat. 13:42, 51 e Luc. 13:28. Ninguém poderá fazer nada! Lugar onde não poderá tomar decisões em prol de si mesmo ou de alguém! Onde o arrependimento será tarde demais! Mar. 2:17 e Heb. 12:17. Estes textos falam do Inferno como lugar de choro, ranger de dentes, de dor e gemidos Heb. 12:17. Já os textos de Marcos 9:43,48 e Lucas 16:24 dizem que o Inferno é lugar de fogo que nunca se apaga. Que a alma humana não morre e que é lugar de tormento. Isaías 38:18-19 diz que os mortos não louvarão, não glorificarão ao Senhor e não tem mais esperança alguma. E que a descoberta da verdade quando estiver no sofrimento de nada adianta mais, Lucas 16:23-24,27-28. Os mortos não louvam. O louvor é para os que estão vivos. Para isso o louvor após a morte haverá a ressurreição, Isaías 38:18 e Apocalipse 20:6.

FATORES EXTERNOS:

Por que gememos? Porque sofremos a ação. Esse gemido não depende do nosso querer. Querendo ou não, todos nós havemos de gemer um dia, nesta vida aqui ou na futura. Os gemidos podem ser impostos pelos outros, por nós mesmos em nossas más escolhas ou até mesmo por Deus. Por exemplo: O trabalho pesado e forçado do povo como escravos no Egito, diz o texto de Êxodo 3:7, que o povo gemia no Egito. Gemido esse, imposto pelos outros, pelos homens, os feitores de faraó. O texto logo acima fala de gemido com intensidade. Este mesmo texto tem uma expressão, no hebraico, para gemido, (אֵיד - `êd), que significa calamidade, destruição, desastre, aflição, tribulação, terror e perigo. E era exatamente o que estava acontecendo com o povo de Deus no Egito. Portanto, não era para menos os gemidos! Logo, se o povo estava gemendo é porque havia motivos. Os gemidos podem ser por dor física ou mental. Audível ou silenciosa que é o gemido da alma. E quantos que gemem em silêncio? Os gemidos podem ser pessoais, individuais, coletivos em toda uma cidade ou em situação nacional. É o que diz Ezequiel 23:33: “De embriaguez e de dor te encherás; o cálice de tua irmã Samaria é cálice de espanto e de assolação”. O povo judeu, como nação, sofreu na escravidão em Babilônia, a nível pessoal, individual coletivo e nacional e é o caso do povo brasileiro nos últimos anos.

E PORQUE SOFREU?

Não era intenção e o querer do povo sofrer, mas sofreu e gemeu porque foi ignorante e ignorou os avisos do Senhor. Embora o Senhor Deus não queria ver o povo sofrer, gemer e ser destruído, porque Ele Deus, entristece também, não tinha prazer em fazer o seu povo sofrer, em permitir o povo passar por toda aquela calamidade, mas não havia outro meio de corrigir e curar o seu povo da idolatria, a não ser através do sofrimento e o gemer. Mas saibamos de uma coisa: Deus não tem prazer em nosso sofrimento. Senão, vejamos o que nos diz Ezequiel 18:32: "Porque não tenho prazer na morte do que morre, diz o Senhor DEUS; convertei-vos, pois, e vivei”. Ezequiel 33:11: "Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor DEUS, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que razão morrereis, ó casa de Israel?"

Se deus não tem prazer em nosso sofrimento, por que Ele deixa-nos sofrer? Por qual motivo? Por qual razão? Por algumas principais:

1 – Porque Ele respeita o nosso livre arbítrio em tomarmos as nossas decisões, ainda que erradas e nos trazem os gemidos; 2 – É uma das formas que Ele usa para nos disciplinar e corrigir diante de nossa incredulidade, teimosia e rebeldia sem causa; e, 3 – É através do sofrimento, da dor e dos gemidos que a maioria de nós nos achegamos ao Senhor Deus para O buscar e termos comunhão com Ele.

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Acessada em: 14/05/2019

Se Deus ao ver o seu povo sofrendo e gemendo, no Egito, foi em socorro dele. Se vendo o seu povo, mais uma vez, em sofrimento e gemendo na Babilônia, prometeu o alívio ao trazer o povo de volta a sua terra, a sorrir, a cantar e se alegrar, o que de fato aconteceu, setenta anos depois que fora para aquele país, retornando a sua terra natal... Se o Senhor vendo a humanidade, perdida em seus pecados, compadeceu dela enviando seu Filho Único para morrer na cruz do Calvário, para livrar os que são salvos dos horrores do tormento eterno, onde haverá lágrimas e ranger de dentes... E se o Senhor prometeu o consolo, como lemos a seguir: "E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre" (João 14:16); "Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito." (João 14:26) e II Corintios 1:5-7 "Porque, como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo. Mas, se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; ou, se somos consolados, para vossa consolação e salvação é, a qual se opera suportando com paciência as mesmas aflições que nós também padecemos; E a nossa esperança acerca de vós é firme, sabendo que, como sois participantes das aflições, assim o sereis também da consolação", por que não acreditarmos que o Senhor consolará a todos os que sofrem, tem dor e gemem em nossos dias?!. Portanto, não tomemos decisões antes de consultarmos o Senhor se está certo ou errado e que façam a nós sofrermos, termos dor e gemermos.

BIBLIOGRAFIA


1 - CRABTRE, A. R. A profecia de Isdaías, Vol. II, Ed. Casa Publicadora Batista, 1ª Ed.Rio de Janeiro, 1967, 396 p.

2 - HARRIS, R. Laird; Gleason L. Archer Junior e Bruce K. Waltke. Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento. Tradução de Márcio Loureiro Redondo; Luiz A. T. Sayão e Carlos Osvaldo C. Pinto. 2008, Ed. Vida Nova, São Paulo, 1789 p.

3 - JUNIOR, Luder Whitlock. Bíblia de Estudo de Genebra. São Paulo e Barueri. Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999, 1728 p.

4 - OLIVEIRA, Marcelo Ribeiro de. Bíblia Sagrada Versão Digital 6.7 Freewere. 2014. Disponível em: . Acesso em: 15 dez. 2014.

5 - SHEDD, Russell Philip. Bíblia Vida Nova. Traduzida por João Ferreira de Almeida. Editora: S. R. Edições Vida Nova, 2ª Ed. São Paulo, 1978, A T 929 p.

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