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julho 10, 2017

QUE MÚSICA CANTAREMOS?


QUE MÚSICA CANTAREMOS?
Êx. 15:20-21 e At. 16:22-25

Pastor Flávio da Cunha Guimarães


Há os que não cantam quando estão bem, nem quando estão maus. Há os que não cantam quando estão mal, mas cantam quando estão bem. E há os que cantam quando estão bem ou maus. E nós cantamos quando estamos o que?

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Acessada em 10/07/2017

Cantar quando tudo está bem, é fácil e é tranquilo; difícil, é cantarmos quando estamos debaixo da disciplina de Deus, debaixo dos problemas, debaixo dos sofrimentos, debaixo da dor, debaixo das investidas de Satanás contra nós, para nos destruir como tentou destruir Jó. Assim como Jó (Capítulos 1 e 2) não foi aliviado por Satanás, nem por isso ele foi destruído, sua fé também não; ele não desistiu de crer e nem de Deus; nós também não seremos aliviados por Satanás, não seremos destruídos, nem desistiremos de crer nas providências de Deus, de sua bondade, de seu amor e de sua misericórdia, se formos fieis, a Ele, como Jó o foi.

Diante do quadro exposto acima há aqueles que preferem reclamar, resmungarem, blasfemarem, culparem a Deus ou a alguém de seus sofrimentos e vivem mal humorados, de mal com a vida, do que louvarem, cantarem, crerem, serem fieis a Deus como Jó e Paulo e Silas. Que culpa tem Deus de nossos pecados? De nossos erros? De nossas decisões impensadas, precipitadas e imprudentes?

Há aqueles que não cantam quando estão debaixo da disciplina de Deus. Debaixo das consequências de seus erros, decisões imprudentes, precipitadas e pecados. É o caso do povo de Israel na escravidão da Babilônia. O Sal. 137:1-4 nos diz que quando os israelitas estavam cativos na Babilônia, estavam tristes, abatidos, depressivos, desmotivados, saudosos de sua terra, a Jerusalém, que agora só restava lembranças dela. Por que estavam cativos lá? Por que distanciaram do Senhor Deus, em seus pecados abomináveis. No sofrimento, não tinham ânimo para cantar. Por que não fizeram por onde não chegarem e estarem lá na escravidão da Babilônia? Diz o Salmo 137 que o povo estava chorando, pendurara as harpas nos salgueiros, negaram a cantar as suas canções de Sião e alegrarem os corações dos babilônicos. A maioria de nós é assim! Os problemas roubam a nossa alegria e o nosso louvor ao Senhor.

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Acessada em: 10/07/2017

Cabe então uma pergunta: Que glória há em cantarmos em meio a alegria e bênçãos? Quando tudo está bem? Após a chegada das bênçãos? Isso todos fazem! O que a maioria não faz, é cantar quando está tudo muito difícil. Quando paira um nuvem negra sobre as cabeças.

Miriã cantou junto com as mulheres israelitas após a travessia do Mar Vermelho, Êx. 15:20-21. Por que não cantaram antes, quando estavam entre o Mar Vermelho e o exército de Faraó? Ali, por certo, estavam em aperto, ansiosos, nervosos, tensos e angustiados. É importante cantarmos após as vitórias? Sim! Mas cantarmos nas derrotas, quando tudo vai mal, é aí que está a grandeza da fé! A grandeza da esperança! A grandeza da alma do ser humano! A grandeza da vida com o Senhor, o que é diferente da maioria!

Ana contou após o nascimento de seu filho, Samuel. É o que nos diz I Sam. 1:67-80. Todavia, antes de engravidar, Ana chorava, não comia, o seu coração estava mal, com amargura de alma, atribulada de espírito, desgostosa, tristeza na alma, I Sam. 1:7-10,15-18. De igual modo, Zacarias cantou após o nascimento de seu filho, João Batista, Luc. 1:67-80. Por que não cantaram antes da gravidez e do nascimento de seus filhos?

A grande virtude, o bacana, a glória, se é que há glória para os homens; está em cantarmos, não quando tudo vai bem, mas quando estamos debaixo da disciplina de Deus, debaixo dos problemas, debaixo dos sofrimentos, debaixo da dor, debaixo das investidas de Satanás contra nós para nos destruir, debaixo das provações, provocações e privações. É aí que demonstramos quem somos, cantarmos quando vai tudo muito mal. Quando os nossos sonhos são destruídos e vão de água abaixo. Aí é difícil. Mas é aí que somos convidados a cantar para demonstrarmos a grandeza de nosso espírito e de nossa fé. É aí que precisamos reunir forças de onde não há mais forças, para cantarmos ao Senhor nas horas mais adversas possíveis.

O legal é cantarmos em meio ao sofrimento, com esperança de dias melhores! Com certeza que o Senhor está no controle de tudo! Que Ele está permitindo o sofrimento porque Ele quer o melhor para nós! Que Ele nos ama, o que nem sempre entendemos assim! Que o sofrimento passará! Sabendo que a vitória está de nosso lado! Na certeza que a vitória virá como o sol que nasce todos os dias! Mesmo em sofrimento, cantaremos com alegria na alma? Estamos nós cantando enquanto a dor e os sofrimentos não passam?

Seria masoquismo cantarmos nas horas em que estamos debaixo da disciplina de Deus, debaixo dos problemas, debaixo dos sofrimentos, debaixo de dor, debaixo das investidas de Satanás contra nós para nos destruirmos? Debaixo das provações? Como cantarmos nessas horas de dor e sofrimento? Não é masoquismo! Isso é certeza e convicção que o Senhor Jesus está no comando de nossas vidas. Se é masoquismo, então o Apóstolo Paulo e Silas eram masoquistas. Nos diz At. 16:22-25 que eles tiveram as roupas rasgadas. Isso para um judeu era uma tremenda humilhação. Foram surrados de vara em grande quantidade. Foram presos sem dever. Lançados na prisão. Lançados significa que foram jogados com violência na prisão. Com os pés presos em tronco demonstra que eram presos perigosos. Mas que perigo ofereciam anunciando a mensagem de salvação? Mesmo assim oravam e cantavam ao Senhor na prisão. Em lugar deles faríamos o que? Para mim, não era masoquismo, e sim, certeza que ali estavam, ainda que em sofrimento, ali estavam para a glória de Cristo, o que de fato glorificaram. Ali estavam em plena comunhão com o Senhor Jesus. Ali estavam desfrutando de uma íntima relação com o Senhor e salvador, a ponto de amenizar a dor que sentiam. A dor era de menos diante dos propósitos de Jesus Cristo para eles e para os ouvintes ao alcance da voz deles.

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Acessada em: 10/07/2017

Precisamos entender os propósitos, do Senhor Jesus, para as nossas vidas, para que cantemos ao Senhor Jesus independente de qualquer situação. Se sofremos é para a glória do Senhor Jesus. Se não sofremos é para a glória do Senhor. Se cantamos no sofrimento é para a glória de Jesus Cristo. Mas se não cantamos não há nenhuma glória. Glorifiquemos, pois, ao Senhor Jesus em nossas vidas e com o nosso louvor, ainda que estejamos em sofrimento, amém!

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