Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

julho 08, 2014

DESVIO DO CATOLICISMO APOSTÓLICO ROMANO

DESVIO DO CATOLICISMO APOSTÓLICO ROMANO

ALGUNS MOTIVOS O PORQUÊ DA REFORMA DE MARTINHO LUTERO E O PORQUÊ DISCORDAMOS DO ROMANISMO: APOSTASIA DA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA.

FONTES: Pr Dilmo, Livros de História do Cristianismo: Justo Gonzales, Walter Wolker, Wikipédia, a enciclopédia livre e a Bíblia Sagrada.



1 - O CLERO CATÓLICO INSTITUIU AS PRECES PARA OS MORTOS E O SINAL DA CRUZ, ambos surgiram nos anos 300 a 310 d C. A Bíblia proíbe qualquer atividade voltada para os mortos, (Ex. 22:18; Lev. 19:31; 20:27 e Deut. 18:9-12). A Bíblia não fala de sinal da cruz, Paulo fala das marcas de Cristo em seu corpo porque sofreu por causa do nome do Senhor, (Gal. 6:17) e não sinal da cruz.

2 - O CLERO CATÓLICO INSTITUIU O USO DAS VELAS EM 320, POIS CREEM QUE É PARA ILUMINAR O CAMINHO DO ESPÍRITO ATÉ O SEU DESTINO FINAL. A Bíblia diz que Jesus Cristo é a luz do mundo (Luc. 2:32; Jo. 1:4; 3:19; 12:35 e Ap. 21:23). Quem tem Jesus Cristo como a luz de sua vida enquanto aqui vive, ao morrer não precisará de luz de velas para chegar a eternidade, portanto, dispensa as velas. Afinal, quem lucra com a venda das velas queimadas nos templos, cemitérios etc que nada podem fazer pelos mortos salvos ou não salvos?.

3 - O CLERO CATÓLICO INSTITUIU O CULTO AOS SANTOS A PARTIR DE 375. Cultos aos santos que é idolatria. Idolatria é abominação ao Senhor (Deut. 7:25-26; 27:15 e Isaías 44:13-19). Só presta culto a santos os ignorantes, os sem conhecimento bíblico ou se fecharem os olhos para os seguintes textos bíblicos: (Êxodo 20:3-6) o que a Igreja Católica Apostólica Romana extrai de seu catecismo. (Êxodo 34:17; Deut. 4:16,23 e 5:8-9) que proíbe o fazer imagem... (Deut. 27:15) diz que quem faz imagem e se dobra diante dela para reverenciá-la é maldito. Daí que no Novo Testamento, o Apóstolo Paulo esclarece em (I Cor. 10:20) que os cultos aos santos nada mais é do que culto aos demônios. Em (I Cor. 10:14) Paulo recomenda para fugir da idolatria, bem como João, em ( I Jo. 5:21) para se guardar da idolatria, pois é obra da carne conforme (Gal. 5:20). O pior de tudo é que os idólatras não herdarão o reino de Deus, (I Cor. 6:9-10 e Apoc. 21:8). NOTA DE ESCLARECIMENTO: Idolatria não é só se curvar diante de uma imagem chamada de santo, é também reverenciar as novelas, o futebol, o carro, o estudo, a vaidade de se achar justo de tal maneira que merece ser salvo e etc.

4 - O CLERO CATÓLICO INSTITUIU A MISSA: Celebrada diariamente, adotada em 394 que para o catolicismo é a repetição do sacrifício de Cristo na cruz em nosso favor e a favor dos mortos não salvos, o que contraria o que a Bíblia diz em (Hebreus 7:26-27; 9:28; 10:12).

5 - O CLERO CATÓLICO INSTITUIU O CULTO A VIRGEM MARIA EM 431. O que foi dito acima e os textos sobre idolatria se aplicam a Maria também. Mas dê uma lida em (Apoc. 5:2-9) "E vi um anjo forte, bradando com grande voz: Quem é digno de abrir o livro e de desatar os seus selos? E ninguém no céu, nem na terra, nem debaixo da terra, podia abrir o livro, nem olhar para ele. 4 E eu chorava muito, porque ninguém fora achado digno de abrir o livro, nem de o ler, nem de olhar para ele. E disse-me um dos anciãos: Não chores; eis aqui o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, que venceu, para abrir o livro e desatar os seus sete selos. E olhei, e eis que estava no meio do trono e dos quatro animais viventes e entre os anciãos um Cordeiro, como havendo sido morto, e tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete espíritos de Deus enviados a toda a terra. E veio, e tomou o livro da destra do que estava assentado no trono. E, havendo tomado o livro, os quatro animais e os vinte e quatro anciãos prostraram-se diante do Cordeiro, tendo todos eles harpas e salvas de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos. E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda a tribo, e língua, e povo, e nação". Se Maria pudesse alguma coisa ela abriria o livro da vida. Mas foi Jesus quem abrirá o livro da vida.

6 - O CLERO CATÓLICO INSTITUIU O USO DA BATINA SACERDOTAL EM 500, que nada mais é do que as vestes do sacerdócio do Antigo testamento (Êxodo 39:1-32). O Catolicismo é uma mistura de Judaísmo, de Paganismo, de Candomblé e espiritismo kardecista, de religião de mistério com pouca coisa de Cristianismo.



7 - O CLERO CATÓLICO CRIOU A DOUTRINA DO PURGATÓRIO EM 503. A Bíblia não fala de purgatório nos textos inspirados por Deus, mas somente nos textos históricos que chamamos de "Livros Apócrifos", como I e II Macabeus que a Igreja Católica Apostólica Romana incluiu em suas versões como forma de combater a Reforma Protestante, em que chamamos de "Contra Reforma", no ano 1546, para a partir daí dizer que a Bíblia dos protestantes era falsa.

8 - O PAPA BONIFÁCIO III SE DECLARA BISPO UNIVERSAL EM 606. O que se pretendia? Ser autoridade espiritual sobre todas as igrejas, inclusive sobre o Cristianismo ortodoxo em que já havia se dividido em Igreja Católica Apostólica Romana e Cristianismo Ortodoxo que o centro era em Constantenopla, hoje Istambul na Turquia.

9 - O CLERO CATÓLICO INSTITUIU A OBRIGATORIEDADE DE SE BEIJAR OS PÉS DO BISPO UNIVERSAL EM 609. Nada mais que o gesto de submissão e obediência diante da prepotência de um pecador.

10 - O CLERO CATÓLICO INSTITUIU, A PARTIR DE 754, O PODER TEMPORAL DA IGREJA. O que é Poder Temporal da Igreja? "Designa-se por poder temporal a influência de poder, tanto de governação como político, que exerce o Vaticano sobre as pessoas, em especial o poder do Vigário de Cristo - o Papa - em contraste com o seu poder espiritual sobre a Igreja Católica e outros grupos, também chamado de poder eterno. Este poder ou atividade permitiu o autogoverno dos Estados Pontifícios, que atualmente se limitam ao Estado do Vaticano. No seu apogeu, os Estados Pontifícios tornaram-se um Estado com a sua própria moeda e legislatura, em pé de igualdade com qualquer outra nação da Europa. Há quem chame este estado nacional, governado por uma autoridade religiosa, uma 'teocracia', comparando-se assim com alguns regimes islâmicos que vivem também uma forma de teocracia. Alguns historiadores classificam a coroação de Carlos Magno, em 800, como o momento no qual a Igreja Católica começou a implementar uma política internacional do poder temporal. O poder temporal sempre foi discutido em política, em filosofia e em teologia, sobretudo nos países onde o Vaticano exerce esse poder em vários graus, sendo que este poder é aplicado de formas distintas que variam com a personalidade do Papa, o contexto histórico internacional, e o apoio popular do povo católico. Um exemplo do uso questionável dessa influência do poder sobre o mundo deu-se na época da Inquisição. Para alguns críticos, na época da Inquisição Católica, o poder temporal era exercido com mais influência e, portanto, estava mais distante dos Evangelhos e da Cúria Romana. A resposta mais popular a esse tipo de crítica é que o objetivo final dessa política é, ou foi, a extensão do Evangelho a todos os povos. Por razões práticas, de Realpolitik, o poder temporal do Papa terminou em 20 de setembro de 1870, quando o exército italiano entrou em Roma e completou o movimento denominado Risorgimento. Formalmente, o poder temporal terminou em 1929 com o Tratado de Latrão que estabeleceu a convivência da Cidade do Vaticano com a Itália". Wikipédia, a enciclopédia livre, em 30.04.2011.
“Além da autoridade religiosa, o papa contava também com o poder temporal da Igreja, isto é, o poder advindo da riqueza que acumulara com as grandes doações de terras feitas pelos fiéis em troca da possível recompensa do céu. 'Calcula-se que a Igreja Católica tenha chegado a controlar um terço das terras cultiváveis da Europa Ocidental. Era, portanto, uma grande senhora feudal' numa época em que a terra constituía a base de riqueza da sociedade. O papa, desde 756, era o administrador político do Patrimônio de São Pedro, o Estado da Igreja, constituído por um território italiano doado pelo rei Pepino, dos francos. O poder temporal da Igreja levou o papa a envolver-se em diversos conflitos políticos com monarquias medievais. Exemplo marcante desses conflitos é a Questão das Investiduras, no século XI, quando se chocaram o papa Gregório VII e o imperador do Sacro Império Romano Germânico, Henrique IV". Disponível em: http://www.historiadomundo.com.br/idade-media/a-igreja-medieval.htm. Acessado em 30.04.2011, (extraído na íntegra o que está entre aspas). O que entendemos do Poder Temporal da Igreja nada mais é do que o envolvimento político da igreja para obter vantagens em vários aspectos, entre eles, o prestigio e o enriquecimento.




11 - O CLERO CATÓLICO INSTITUIU EM 783 A ADORAÇÃO AS IMAGENS E RELÍQUIAS. O que foi dito sobre idolatria acima se aplica aqui também. O que o Senhor Jesus Cristo a chama de Prostituta das nações em (Apoc. 18:1-18) "1 E VEIO um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo-me: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas; 2  Com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição. 3  E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e tinha sete cabeças e dez chifres. 4  E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição; 5  E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra. 6  E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração. 7  E o anjo me disse: Por que te admiras? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a traz, a qual tem sete cabeças e dez chifres. 8  A besta que viste foi e já não é, e há de subir do abismo, e irá à perdição; e os que habitam na terra (cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde a fundação do mundo) se admirarão, vendo a besta que era e já não é, mas que virá. 9  Aqui o sentido, que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada. 10  E são também sete reis; cinco já caíram, e um existe; outro ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo. 11  E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição. 12  E os dez chifres que viste são dez reis, que ainda não receberam o reino, mas receberão poder como reis por uma hora, juntamente com a besta.
13  Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta. 14  Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão os que estão com ele, chamados, e eleitos, e fiéis. 15  E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas. 16  E os dez chifres que viste na besta são os que odiarão a prostituta, e a colocarão desolada e nua, e comerão a sua carne, e a queimarão no fogo.
17  Porque Deus tem posto em seus corações, que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma ideia, e que deem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus. 18  E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra".
O texto acima descreve a igreja católica romana e sua história no decorrer dos séculos, o seu envolvimento político, a cidade sede que é Roma em que tem sete montes e que prostituiu as nações espiritualmente com sua idolatria.

12 – O CLERO CATÓLICO INSTITUIU EM 850 A ÁGUA BENTA - "Origem: Foi Santo Alexandre ─ que governou a Igreja do ano 121 até 132 ─ quem mandou usar o sal na bênção da água", Fonte: (http://cultura-catolica.blogspot.com/2007/12/gua-benta.html). Copiado literalmente em 30.04.2011. Prática que vinha sendo usada, mas não oficializada o que aconteceu em 850, quando Instituiu o Uso da Água Benta (benzida). Acreditando-se que tem poder de curar enfermos e afastar os demônios. Práticas e crenças estranhas ao que a Bíblia ensina, pois a Bíblia relata que as curas sobrenaturais foram ação direta de Deus no homem e o exorcismo só tem poder de fazê-lo aqueles que já foram lavados pelo sangue de Cristo, são salvos, tem uma vida pautada dentro da Palavra de Deus e está cheio do poder do Espírito Santo. A Bíblia em (Marcos 3:15) diz: "E para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios".

13 - O CLERO CATÓLICO INSTITUIU EM 890 O CULTO A SÃO JOSÉ: O santo padroeiro (patrono) da Igreja Católica. O que foi dito sobre idolatria acima se aplica aqui também. É lamentável as pessoas serem enganadas como são. O patrono da igreja tem que ser Jesus Cristo que é o fundador da igreja conforme (Mat. 16:15-18; Atos 4:11; Ef. 1:22; 4:15; 5:23; Col. 1:18 e 2:10, ).

14 - O CLERO CATÓLICO INSTITUIU A CANONIZAÇÃO DOS SANTOS PELO "Papa João XV (985-996), em 993, realizou a primeira canonização formal. O primeiro santo canonizado foi Santo Ulrico, Bispo de Augsburgo (Baviera), falecido em 973", fonte: (http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=4459), Extraída em 30.04.2011. Uma aberração! Falta dia para tantos santos. Concorrem dois ou mais santos no mesmo dia. Prático essa estranha ao que a Bíblia ensina. Ela chama de santos todos os que foram lavados pelo sangue do cordeiro, (Col. 1:22; Heb. 10:29; I Tes. 3:13 e II Tes. 1:10), mas a Bíblia não fala que ao morrerem vão interceder, abençoar ou oferecer mérito a alguém.




15 - O CLERO CATÓLICO INSTITUIU EM 1.003 O "Dia dos Fiéis Defuntos, Dia de Finados ou Dia dos Mortos" para rezar pelos mortos e sua salvação. "HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS. Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava. Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos". O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração", Mons. Arnaldo Beltrami, extraído de: http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diafinados.html, em 30.04.2011.
"Desde o século II, alguns cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. Também o abade de Cluny, santo Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos. Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIII esse dia anual passa a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos. A doutrina católica evoca algumas passagens bíblicas para fundamentar sua posição (cf. Tobias 12,12; 1,18-20; Mt 12,32 e II Macabeus 12,43-46), e se apóia em uma prática de quase dois mil anos". Origem: (Wikipédia, a enciclopédia livre- http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_dos_Fi%C3%A9is_Defuntos). Um tremendo engano para os fiéis. De nada adianta ir visitar entes queridos, acender velas, levar comida, flores ou rezar a eles ou por eles. Prática essa que contraria a Bíblia em (Heb. 9:27-28). Os textos de Jó e Mateus citados acima foram tirados de seu contexto que de maneira nenhuma dão base para tal prática. Os textos de Tobias e II Macabeus não são reconhecidos pelos judeus, pela igreja primitiva e nem pelos protestantes como inspirados. Portanto, não há base para o rezar pelos mortos.

16 - O CLERO CATÓLICO INSTITUIU EM 1.008 ANULAÇÃO DE MATRIMÔNIO: O Papa Pio X anulou qualquer matrimônio efetuado sem o sacerdote da Igreja Romana. A Igreja Católica se colocava acima de qualquer autoridade humana ou institucional. Aqui entra a questão do poder temporal da igreja citado acima. O papa se considerava e ainda se considera deus na terra. Aliás, o que está escrito no kipar do papa significa exatamente isso: VICÁRIUS FILLII DEI, em latim quer dizer: (NO LUGAR DO FILHO DE DEUS). Isso é uma blasfêmia, pois quem está no lugar de Jesus Cristo é o Espírito Santo, se não vejamos o que os texto bíblicos dizem: (João 14:16-18; Mateus 28:19; Lucas 24:49; Atos 1:8; Atos 2:1-4; Apocalipse 13:1,5-6; 17:1-5).

17 - O CLERO CATÓLICO EM 1.074 DECRETOU O DOGMA DO CELIBATO SACERDOTAL. A bíblia não proíbe o casamento entre sexos heterogêneos, isso é coisa da Igreja Católica, do homem sem a inspiração do Senhor, pelo contrário, a Bíblia recomenda o casamento, (Gen. 2:18; I Cor. 7:3,5,9).

18 - O CLERO CATÓLICO EM 1.076 INSTITUIU O DOGMA DA “INFALIBILIDADE DA IGREJA”. "A infalibilidade papal é o dogma da teologia católica, a que afirma que o Papa em comunhão com o Sagrado Magistério, quando delibera e define (clarifica) solenemente algo em matéria de ou moral (os costumes), ex cathedra,[1] está sempre correto. Isto porque acredita-se que, na clarificação solene e definitiva destas matérias, o Papa goza de assistência sobrenatural do Espírito Santo, que o preserva de todo o erro", (Wikipédia, a enciclopédia livre. http://pt.wikipedia.org/wiki/Infalibilidade papal). "Na Igreja Católica Romana, um dogma é uma verdade absoluta, definitiva, imutável, infalível, inquestionável e absolutamente segura sobre a qual não pode pairar nenhuma dúvida [1]. Uma vez proclamado solenemente, nenhum dogma pode ser revogado ou negado, nem mesmo pelo Papa ou por decisão conciliar [1] Por isso, os dogmas constituem a base inalterável de toda a Doutrina católica [2] e qualquer católico é obrigado a aderir, aceitar e acreditar nos dogmas de uma maneira irrevogável [3]", Origem: (Wikipédia, a enciclopédia livre. http://pt.wikipedia.org/wiki/Dogmas_da_Igreja_Cat%C3%B3lica), Extraído em 30.04.2011. Quantas barbaridades a Igreja Católica cometeu nos séculos de Cristianismo?! Perseguições, Cruzadas, "santa inquisição" e etc. Se a igreja não falhasse, o papa João Paulo II não teria pedido perdão por crimes que a igreja cometeu no passado! E, por último o Pala Francisco. Veja o vídeo.



Extraído do youtube: https://www.youtube.com/watch?v=9X3tyHA5_1Q, em 26/04/2016

19 - O CLERO CATÓLICO INVENTOU O ROSÁRIO. "A oração do Santo Rosário surge aproximadamente no ano 800 à sombra dos mosteiros, como "Saltério" dos leigos. Dado que os monges rezavam os salmos (150), os leigos, que em sua maioria não sabiam ler, aprenderam a rezar 150 Pai Nossos. Com o passar do tempo, se formaram outros três saltérios com 150 Ave Marias, 150 louvores em honra a Jesus e 150 louvores em honra a Maria. Segundo uma tradição a Igreja católica recebeu o Rosário em sua forma atual em 1206 quando a Virgem Maria apareceu a São Domingos Gusmão e o entregou como uma arma poderosa para a conversão dos hereges e outros pecadores daquele tempo. Desde então sua devoção se propagou rapidamente em todo o mundo com incríveis e milagrosos resultados", Fonte: (http://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_Ros%C3%A1rio), Extraído em: 13/10/2013. "O rosário, o saltério da Santíssima Virgem, é uma oração piedosa e simples a Deus, ao alcance de todos... Como ponto de partida deste artigo, escolhemos (diz o Padre Ennio Domenico Staida , O.P.) a definição de rosário dada pelo Papa Pio V... A bula Consueverunt é um ponto-chave na complexa história desta devoção, e determina, nela, uma etapa fundamental. A história do rosário não nasce com ela, mas é graças a ela que acontece uma espécie de consagração oficial e são fixadas as suas formas, substancialmente as mesmas de hoje. Os momentos históricos determinantes do desenvolvimento do rosário estão entre os séculos XII e XVI (2). É no início do século XII que começa a se difundir a oração da Ave-Maria". Pe. Ennio Domenico Staida , O.P. (http://paroquiasantanaliv.sites.uol.com.br/rosario.htm), extraído em 30.04.2011. O ilustre Padre Ennio usa dezenas de textos bíblicos para tentar dar base ao rosário, textos esses que estão isolados de seu contexto e que não se referem a rosário. Jesus Cristo não ensinou a orar contando e em partes como o Padre Ennio ilustra. É mais um artifício para enganar, um amuleto para o fiel se apegar a religião que nenhum valor tem. Desvios esses porque desviaram de Cristo, que é o cabeça da Igreja, o que Paulo fala de maneira clara em Colossenses 2:18-23.

20 - O CLERO CATÓLICO, EM 1.184, INSTITUIU A “SANTA INQUISIÇÃO”. Através da Santa Fé. Um pouco de História: "O termo Inquisição refere-se a várias instituições dedicadas à supressão da heresia no seio da Igreja Católica. A Inquisição foi criada inicialmente para combater o sincretismo entre alguns grupos religiosos, que praticavam a adoração de plantas e animais e utilizavam mancias.[1] A Inquisição medieval, da qual derivam todas as demais, foi fundada em 1184 no Languedoc (sul da França) para combater a heresia dos cátaros ou albigenses. Em 1249, implantou-se também no reino de Aragão, como a primeira Inquisição estatal e, já na Idade Moderna, com a união de Aragão e Castela, transformou-se na Inquisição espanhola (1478 - 1821), sob controle direto da monarquia hispânica, estendendo posteriormente sua atuação à América. A Inquisição portuguesa foi criada em 1536 e existiu até 1821). A Inquisição romana ou "Congregação da Sacra, Romana e Universal Inquisição do Santo Ofício" existiu entre 1542 e 1965". Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Inquisi%C3%A7%C3%A3o), extraído em 30.04.2011. Como chamar de "Santa Inquisição" um movimento que tinha a intenção de perseguir e matar, como matou, milhares na Europa e chegando as Américas em nome de Deus e da Religião? Na verdade os líderes católicos nutriam um ódio contra os Mulçumanos e quem contrariava, protestava contra os desvios da Igreja Católica. A figura não é fictícia.



21 - O CLERO CATÓLICO, EM 1.190, INSTITUIU A VENDA DE INDULGÊNCIAS. "No início da Igreja, especialmente a partir do século III, as autoridades eclesiásticas concediam aos cristãos as indulgências para reduzir as penitências muito longas e severas. No século VI os participantes do Concílio de Borgonha substituíram para a prática de graves penitências canônicas por penitências mais leves. Tornou-se habitual a penitência de obras menos exigentes, tais como orações, esmolas e jejuns. Até o século X as indulgências consistiam em donativos piedosos, peregrinações e outras boas obras. Em seguida, no século XI e XII, o reconhecimento do valor destas obras começaram a associar-se não tanto com a penitência canônica, mas com remissão da pena temporal devida ao pecado.[7] . Em 1300 o Papa Bonifácio VIII institui o primeiro jubileu cristão por meio da bula Antiquorum fide relatio, que concedeu uma indulgência extraordinária e plenária aos fiéis que fizessem uma peregrinação a Roma, ao túmulo de São Pedro.[8] A partir de então os jubileus e a anunciação de uma indulgência extraordinária foram comemorados com uma periodicidade de 50 anos, que se baseava no costume judaico (Êx 23, 10-11). As esmolas das indulgências eram utilizadas em diversas obras de caridade, em igrejas, hospitais, leprosarias, instituições beneficentes e escolas.[7]". "Abusos... Apesar das restrições, o final da Idade Média viu o crescimento considerável de abusos, tais como a livre venda de indulgências por profissionais "perdoadores" [2] (quaestores em latim). A pregação destes, em alguns casos era falsa, atribuindo às indulgências características muito além da doutrina oficial, alguns afirmaram que "Assim que uma moeda tilinta no cofre, uma alma sai do purgatório" [10].
Reforma Protestante: A Igreja reconheceu a existência de abusos ao longo dos séculos, e usou sua autoridade para corrigi-las.[9] Porém distúrbios posteriores na concessão indulgenciária seriam contestadas na Reforma Protestante.[2]. Em 1517 o Papa Leão X ofereceu indulgências para aqueles que dessem esmolas para reconstruir a Basílica de São Pedro em Roma.[7] O agressivo marketing de Johann Tetzel em promover esta causa provocou Martinho Lutero a escrever suas 95 Teses (Tetzel seria inclusive punido por Leão X por seus sermões, que ia muito além ensinamentos reais sobre as indulgências). Embora Lutero não negasse o direito do Papa ou da Igreja de conceder perdões e penitências,[11] ele não acreditava que dar esmolas seria uma boa ação, mas um ato semelhante à compra das indulgências e o perdão das penas temporais.[12]". Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Indulg%C3%AAncia), em 30.04.2011. Uma tremenda exploração da inocência, do desconhecimento e a ignorância dos fiéis com um desejo muito grande de enriquecimento e de poder.

22 - O CLERO CATÓLICO, EM 1.200, SUBSTITUIU O PÃO DA CEIA PELA HÓSTIA. “A eucaristia é um dos sete sacramentos da Igreja Católica Romana. A ceia do Senhor foi celebrada na forma original por doze séculos, mas no ano de 1200 A.D. o romanismo substituiu o pão sem fermento pela “hóstia sagrada”. No Concílio de Latrão em Roma (1215-1216 A.D.), o papa Inocêncio III deturpou as palavras figuradas de Cristo registradas no quarto evangelho “Isto é o meu corpo e isto é o meu sangue” criando o dogma da Transubstanciação . Em 1414-1415 A.D., no Concílio de Constança o papa João XXIII, retirou o vinho da cerimônia e as igrejas passaram a servir aos fiéis somente a hóstia, contrariando claramente a ordenança bíblica e o costume da igreja pós-apostólica de ministrar a ceia sob os dois emblemas, pão e vinho, como se percebe ao analisar os documentos patrísticos do primeiro século da era cristã. O Concílio de Trento (1545-1563 A.D.), em 1551, deu o golpe final contra a Ceia do Senhor, esclarecendo e aprovando definitivamente o dogma da Transubstanciação”. Fonte: (http://www.webartigos.com/articles/61410/1/A-CEIA-DO-SENHOR-OU-O-SACRIFICIO-DA-MISSA/pagina1.html#ixzz1L3kMOQlg). Em 30.04.2011.
Quando Jesus serviu а Ceia serviu pão e vinha a todos os discípulos é o que consta em (Mat. 26:17-30), o padre não serve o vinho aos fiéis, serve só a hóstia, só ele toma o vinho.

23 - O CLERO CATÓLICO, EM 1.215, CRIOU A CONFISSÃO AURICULAR. Até então se fazia confissão ao Senhor e essa era a compreensão dos judeus, (Mat. 9:1-6 e Mar. 2:7). À proporção que o poder foi subindo a cabeça dos papas, eles quiseram assumir o lugar de Deus. Daí que Leonardo Boff foi banido da Igreja Católica porque questionou esse "poder" com a seguinte frase: "Todo poder absoluto se corrompe absolutamente".

24O CLERO CATÓLICO, EM 1.215, CRIOU O DOGMA DA TRANSUBSTANCIAÇÃO. Um pouco de história: A origem da hóstia é o pão ázimo (matzá). A palavra vem do latim hostia (=vítima); significa “vítima oferecida em sacrifício para uma divindade e partícula de pão ázimo que se consagra durante a comunhão. Em hebraico, as palavras correspondentes são Korban e Matzá, respectivamente... Mas a macabra ironia começa um pouco depois. Em 1215, no IV Concílio Laterano, foi estabelecido o dogma da transubstanciação, que afirma que o pão e o vinho da comunhão não somente simbolizam, mas milagrosamente se transformam no corpo e no sangue de Cristo. Esta doutrina, associada a outras medidas discriminatórias contra os judeus [4], tornou-se fonte de anti-semitismo cristão. Destacam-se duas calúnias:
1) Profanação da hóstia: Durante muito tempo, circularam acusações de que a hóstia era profanada pelos judeus, que tentavam roubá-la para esfaqueá-la, atormentá-la e queimá-la numa tentativa de “recrucificar” Jesus. Muitas estórias circulavam para ilustrar. Em 1298, a acusação de profanação da hóstia fez com que toda a população judaica de Röttingen fosse queimada, seguindo-se um massacre dos judeus por toda a Alemanha e na Áustria. 100.000 pessoas foram assassinadas e em torno de 140 comunidades judaicas dizimadas. Em Praga, em 1389, um sacerdote carregando uma hóstia foi acidentalmente salpicado de areia por algumas crianças judias que brincavam. Em conseqüência disto, 3.000 judeus foram massacrados.
2) Libelo de Sangue: afirma que judeus matam cristãos para obter sangue para Pessach e outros rituais. Acreditava-se que os judeus precisavam beber sangue cristão a fim de que sua aparência pudesse continuar humana; o sangue cristão também ajudava a eliminar o foetur judaicus, “fedor de judeu”, que era transformado em “odor de santidade” possuído pelos cristãos. Outra versão desta acusação era que os judeus seqüestravam bebês cristãos, matavam e moíam seus corpos para fazer matzá para Pessach. Esta calúnia é tão absurda que seria cômica se não tivesse tido conseqüências tão trágicas. Ao povo judeu é proibido beber o sangue de qualquer animal, muito menos sangue e carne humanos. Apesar de sua óbvia falsidade a qualquer pessoa com um mínimo de conhecimento das leis dietéticas judaicas, milhares de judeus foram assassinados por causa desta mentira. E pior: ela continuou até nossos dias… Entre 1880 e 1945, o libelo de sangue espalhou-se largamente no centro da Europa Oriental. O jornal nazista Der Stürmer apresentava regularmente figuras de rabinos chupando o sangue de crianças alemãs. E a calúnia persiste, travestida, principalmente na mídia muçulmana extremista antiisraelense… O aparecimento de tais doutrinas mostra uma completa ignorância do estilo de vida do povo judeu, bem como uma falta de diálogo e relacionamento cristão-judaico. A própria Igreja Católica só o declarou falso depois da década de 1960. Parece absurdo que tal coisa ainda aconteça nos dias de hoje, mas o anti-semitismo não morre facilmente... Entre os que comemoravam Pessach escondidos, buscando driblar a Inquisição, e os que abrem as portas de suas casas no Seder, tanto para que entre o que tem fome como para se verifique que não há sangue no ritual nem carne de criancinha cristã, seguimos celebrando a liberdade e esperando por maior tolerância entre os homens de boa vontade. Mais que tolerância – aceitação”. (http://steinhardts.wordpress.com/2008/04/19/a-hostia-e-o-pao-asimo/).

25 - O CLERO CATÓLICO, EM 16 DE JULHO DE 1.251, INVENTARAM O ESCAPULÁRIO. Nada mais do que duas tiras de pano sobre os ombros que os líderes católicos usam. Foi estendida à Igreja Universal no ano de 1726, pelo papa Bento XIII. Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre: 30.03.2011.

26 - O CLERO CATÓLICO, EM 1.220, PASSOU A ADORAR A HÓSTIA. Dispensa comentário, pois faz parte dos sete sacramentos.



27 - O CLERO CATÓLICO, EM 1.229 INSTITUIU A PROIBIÇÃO DA LEITURA DA BÍBLIA. “O italiano Giovanni Maria del Monte fora eleito Papa no ano de 1550, reinando sobre o trono papal com o nome de Júlio III até o ano de 1555, sucedendo o Papa Paulo III... Em seu papado, Júlio III ordenou a reabertura do clássico e famoso Concílio de Trento em 01/05/1551, instalando assim novos bispos alemães, com o intuito de instalar uma reforma na Igreja Católica antes do protestantismo tomar conta de toda a Europa... Ao concluir os seus estudos, os bispos apresentaram a Júlio III um documento intitulado de “Direções concernentes aos métodos adequados para fortificar a Igreja de Roma”,o qual se encontra arquivado na Biblioteca Imperial de Paris, fólio B, número 1088, vol. 2, ps. 641 a 650. Destacaremos somente a parte final da referida obra: Finalmente (de todos os conselhos que bem nos pareceu dar a Vossa Santidade, deixamos para o fim o mais necessário), nisto Vossa Santidade deve pôr toda a atenção e cuidado de permitir o menos possível a leitura do Evangelho, especialmente na língua vulgar, em todos os países sob vossa jurisdição. O pouco dele que se costuma ler na Missa, deve ser o suficiente; mais do que isso não devia ser permitido a ninguém. Enquanto os homens estiverem satisfeitos com esse pouco, os interesses de Vossa Santidade prosperarão, mas quando eles desejarem mais, tais interesses declinarão. Em suma, esse livro (a Bíblia) mais do que qualquer outro tem levantado contra nós esses torvelinhos e tempestades, dos quais meramente escapamos de ser totalmente destruídos. De fato, se alguém o examinar cuidadosamente, logo descobrirá o desacordo, e verá que a nossa doutrina é muitas vezes diferente da doutrina dele, e em outras até contrária a ele; o que se o povo souber, não deixará de clamar contra nós, e seremos objetos de escárnio e ódio geral. Portanto, é necessário tirar esse livro das vistas do povo, mas tende muito cuidado, para não provocar tumultos. Bolonie, 20 Octobis 1553, Vicentius De Durtantibus, Egidus Falceta, Gerardus Busdragus”. Anchieta Campos. http://anchietacampos.blogspot.com/2008/04/proibio-da-leitura-da-bblia-no.html, em 30.04.2011. A proibição era necessária ou uma mudança da igreja romana para a prática dos ensinamentos do Senhor. Do contrário os questionamentos aos líderes da igreja romana continuariam. A Bíblia foi caçada, perseguida, queimadas em praças públicas e jogadas no oceano atlântico, mas sendo ela a Palavra de Deus, sobreviveu a todas as atrocidades e aí está para ser examinada, vivida e praticada.

28 - O CLERO CATÓLICO, EM 16 DE JULHO DE 1.251, INVENTARAM O ESCAPULÁRIO. Nada mais do que duas tiras de pano sobre os ombros que os líderes católicos usam. Foi estendida à Igreja Universal no ano de 1726, pelo papa Bento XIII. Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre: 30.03.2011.

29 - O CLERO CATÓLICO, EM 1.295, ESTABELECEU O USO DAS CAMPAINHAS NA MISSA. Qual a razão para isso? As missas eram rezadas em latim, em que os fiéis não entendiam e o padre a celebrava de costas para o povo, enquanto este rezava o rosário. No momento da eucaristia se tocava a campainha para o silêncio do povo.




30 - O CLERO CATÓLICO, EM 1.317, A INSTITUIÇÃO DA REZA DA “AVE MARIA”. “COMO SURGIU A REZA: ‘AVE MARIA’? Vem do ano 1317, foi escrita e difundida pelo papa João XXII anos 1316-34. A palavra AVE era saudação dos romanos ao seu imperador nas arenas; quando o anjo saudou Maria disse-lhe: SALVE! Lucas 1:28. Nessa reza João XXII misturou doutrina espírita com textos bíblicos para confundir, pois a expressão ‘Rogai por nós agora e na hora da nossa morte’ é estranha ao Cristianismo e na Bíblia. 
Os cristãos jamais apelaram para os mortos, mesmo que tenham sido santos! Essa frase foi introduzida na reza, maliciosamente, pois sugere Maria como Mediadora, contrariando as Escrituras Sagradas que dizem: 'Só há um MEDIADOR entre Deus e os homens, Jesus Cristo!’ (I Tim. 2:5). Cristo não ensinou rezas, ensinou orações. Rezar é repetir textos decorados, usando o rosário como instrumento de repetição. Ele disse: ‘Ao orar não useis de vãs repetições, pois não é por muito falar que se é ouvido’, (Mat.6:7)". http://www.radioresgatefm.com/artigo_heresia_ave_maria.html, EM 30.04.2011. A reza é uma coisa monótona, repetitiva, vazia e sem sinceridade para muitos. A Bíblia não fala de reza a Maria, mas de oração a Deus-Pai através do Filho.

31 - O CLERO CATÓLICO, EM 1.415, ELIMINA O VINHO AO POVO NA COMUNHÃO. Já foi dito acima sobre o pão, a hóstia e o vinho. Jesus em (Mat. 26:26-28) diz: "E, quando comiam, Jesus tomou o pão, e abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo. E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; Porque isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados". Se Jesus que é o Senhor da Ceia deu o cálice aos discípulos, por que a igreja católica proibiu os fiéis de tomarem?

32 - O CLERO CATÓLICO, EM 1.545, ESTABELECEU A DOUTRINA QUE EQUIPARA A TRADIÇÃO (A HISTÓRIA DA IGREJA) A BÍBLIA. Isso é uma aberração. É simplesmente menosprezar a Bíblia. Está contrariando o que o Senhor Jesus Cristo diz em (Apoc. 22:18-19 e Heb. 1:1).

33 - O CLERO CATÓLICO, EM 1.546, ACRESCENTOU OS LIVROS APÓCRIFOS NAS VERSÕES DAS BÍBLIAS USADAS PELA IGREJA CATÓLICA. Foram aprovados pela Igreja Romana em 18 de abril de 1546, e passaram a fazer parte da Bíblia editada pela referida denominação para combater a Reforma Protestante com a "Contra Reforma Católica", para alegar que a Bíblia dos protestantes não era verdadeira. Os livros Apócrifos são: Tobias, Judite, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico, Baruque, 1 Macabeu, 2 Macabeu, acréscimo ao livro de Ester, 10:4 – 16:24, Cântico dos três Santos Filhos (acréscimo ao livro de Daniel, 3:24-90), História de Suzana (acréscimo ao livro de Daniel, cap.13), Bel e o Dragão (acréscimo ao livro de Daniel, cap. 14). “Apócrifos [do grego apókripho: oculto, escondido] no sentido religioso diz respeito aos livros "não genuínos", "espúrios", não reconhecidos como de inspiração divina, quer pela comunidade judaica, quer pela cristã-evangélica. São chamados livros não canônicos... Os livros apócrifos foram escritos nos 400 anos do Período Interbíblico, isto é, entre Malaquias e Mateus, ou entre o Antigo e o Novo Testamento, época de ausência total da revelação divina. Este é o principal motivo para excluir-lhes a canonicidade, além do fato de não terem sido mencionados em outros livros reconhecidamente divinos”. Autor:  Pr Airton Evangelista da Costa. (http://www.estudosgospel.com.br/a-biblia-responde/bibliologia/quais-sao-os-livros-apocrifos.html), em 30.04.2011.

34 - O CLERO CATÓLICO ATRAVÉS DE CONCÍLIOS ESTABELECEU A DOUTRINA DO PURGATÓRIO COMO "Definições dogmáticas foram proclamadas pelos Segundo Concílio de Lyon (1274), o Concílio de Florença (1438-1445), e o Concílio de Trento (1545-63)".1 Extraído de: (http://pt.wikipedia.org/wiki/Purgat%C3%B3rio), em 28/10/2014. A doutrina católica defende que o "Purgatório é a condição e processo de purificação ou castigo temporário 1 em que as almas daqueles que morrem em estado de graça são preparadas para o Reino dos céus 2". Citação acima. Como pode ver foi após a Reforma Protestante que é chamada de Contra Reforma. Esse doutrina é estranha e contraria todos os ensinamentos de Jesus Cristo e da Bíblia da vida após a morte, o que resumaremos em apenas um texto que está em (Luc. 16:19-31).

35 - O CLERO CATÓLICO, EM 1.854, INVENTOU O DOGMA DA IMACULADA CONCEIÇÃO DE MARIA. "Em sua Constituição Apostólica Ineffabilis Deus (8 de dezembro de 1854), que definiu oficialmente a Imaculada Conceição como dogma, o Papa Pio IX. Desde o cristianismo primitivo diversos Padres da Igreja defenderam a Imaculada Conceição da Virgem Maria". (http://pt.wikipedia.org/wiki/Imaculada_Concei%C3%A7%C3%A3o), 30.03.2011. Por desconhecerem a Palavra de Deus, ela é clara quanto a Maria mãe de Jesus ter uma vida sexual normal e ser mãe de vários filhos. Se não vejamos os textos que falam por si, (Mat. 12:46-47; 13:55-56; Mar. 6:3; Jo. 2:12 e Gal. 1:19). Para esses textos os líderes católicos dão a explicação que é o costume oriental de chamar os parentes de irmãos, mas os textos dão até os nomes dos irmãos de Jesus. Se o argumento textual não é suficiente, vamos para o argumento gramatical, (Luc. 2:7 e Jo. 3:16), todas as vezes que a Bíblia se refere a Jesus Cristo como filho de Maria, ela usa a palavra "PRIMOGÊNITO" (primeiro filho de vários outros). Mas todas es vezes que se refere ao filho de Deus, ela usa a palavra "UNIGÊNITO" (Único filho). Será que isso não é claro?

36 - O CLERO CATÓLICO, EM 1.870, CRIARA O DOGMA DA INFALIBILIDADE PAPAL. Uma tremenda heresia. Querem afirmar que o papa não falha, não peca, não erra, portanto, pode perdoar pecados. Mas uma vez desconhecem a Bíblia, pois a mesma diz em (Ecles. 7:20; Rom. 3:23; 11:32; Gal. 3:22 e I João 1:8-10) que todos pecaram, e destituídos estão da glória de Deus, não há um justo se quer e que só o sangue de Jesus Cristo que pode nos purificar de todos os pecados. A única exceção é Jesus Cristo que não tem pecado. Maria, mãe de Jesus precisou dele para ser salva. Os papas todos são pecadores, precisam do perdão e da salvação em Jesus Cristo.

37 - O CLERO CATÓLICO, EM 1.950, INVENTARA O DOGMA DA PRESENÇA REAL E CORPORAL DE MARIA NO CÉU. A isso se chama de ascensão de Maria. Uma tremenda mentira em que os fiéis acreditam, pois não há nenhum relato bíblico sobre Maria indo para o Céu; mas sobre Jesus Cristo, sim, (João 14:1-6; Atos 1: 9-11). Eu creio que Maria está salva por crer em Jesus Cristo, seu filho, mas só o seu espírito está no céu aguardando a ressurreição na volta de Jesus Cristo.

38 - EM 2011; 2020 ou 2200... o que será aprovado pela Igreja Católica Romana para aborrecer a Deus e enganar os fiéis?





Pr. Flávio da Cunha Guimarães







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